8 de novembro de 2007
AMAL convoca e anima a participar no roteiro da COGARRO
A saida será o dia 10 às 10h00 do Alto do Boi (estrada Quiroga-Courel) direcçom Pia Paxaro onde se parará para jantar, voltando pola devesa da Rogueira até a Aula da Natureza e participaçom na Festa da Castanha em Seoane. A durmida passará-se nas Casas de Vilar e recomenda-se levar tenda, saco, comida e roupa de abrigo. Já no dia 11, visita polo Castro de Vilar e outras rotas típicas do Coural, jantará-se no bar O Pontom em Ferreirós de Abaixo.
A inscriçom é de 20 euros e inclui o jantar, com grupo mínimo de 12 pessoas, e pode-se fazer nos Centros Socias A Revolta e Faisca de Vigo, no Mádia Leva de Lugo e na Gentalha do Pichel em Compostela.
Para mais informaçom no número 628 232 689 (Antom).
PROGRAMA COMPLETO
10 NOVEMBRO: Saída às 10 h do Alto do Boi (estrada de Quiroga ao Courel). Existe a possibilidade de incorporar-se no dia anterior (sexta-feira dia 9)na aldea de Vilar do Courel. Está prevista a dormida no baixo da casa de Vilar que antigamente foi salom de baile. Cómpre levar saco de durmir, tenda e roupa de abrigo.
Do Alto do Boi subiremos a pé ao pico do Pia Paxaro (1672 m). Despois descenderemos pola Devesa da Rogueira até a Aula da Natureza. Continuaremos até Parada e chegaremos à fim do trajecto.
Às 18 h participaremos na Festa da Castanha, na vila de Seoane do Courel.
11 NOVEMBRO: Visita ao castro celta de Vilar (época tardia).Jantar no bar O Pontom, na vila de Ferreirós de Abaixo (incluído no preço da inscriçom). Despois visitaremos Froxám e outras aldeas do Courel.
AMAL convoca e anima a participar no roteiro da COGARRO.
3 de novembro de 2007
AS CONSECUENCIAS DAS CENTRAIS TÉRMICAS NA GALIZA
Estám a estragar os rios com minicentrais e os montes com eólicas mas esta energia nom se utiliza para substituir a producida polas centrais térmicas. Simtomático de que a produçom energética galega é para o lucro empresarial.
16 de outubro de 2007
7 de outubro de 2007
43 Graos, 47 Minutos e 29 Segundos Norte
O último roteiro tinha un conteúdo especial, logo de tantas aventuras, de tantos percursos, de tantos roteiros, por fim nos dispúnhamos a começar a derradeira etapa. Na memória @s companheir@s que aderidos ao nosso grupo, fazíamos um total de 33 participantes no conjunto da marcha. Decidimo-nos a completar o percurso que atravessou a dorsal galega de Portugal até o Cantábrico e que iniciáramos havia 14 dias na Fronteira com Portugal, na comarca da Paradanta. Este último trajecto partia da dificuldade de facermos 45Km numha só jornada para podermos atravessar a Serra da Faladoira, desde As Pontes até o ponto mais ao norte da península Ibérica: 43 Graos 47 minutos e 29 segundos Norte, Cabo de Estaca de Bares. O fim da Dorsal Galega.
Combinaramos às 8 da manha
O percurso realizamo-lo polo caminho dos Arreeiros. O Caminho dos Arrieiros ou Caminho Grande estende-se ao longo de uns
A omnipresença das eólicas fijo algo agobiante o passeio pola serra, semelhaba que nom avançávamos porque a paisagem sempre reproduzia a mesma estampa de cúmios inçados de eólicas. As plantaçons industriais de eucaliptos em fileiras, junto com as eólicas e as canteiras de lousa, foi a parte mais dura e negativa do roteiro. Semelha que todo o monte galego está em mans de empresas privadas e que pouco ou nada fazemos para evitar que privatizem o pais e se lucrem com a sua explotaçom.
Quando divisamos o mar por primeria vez, foi um momento especial. Logo de
O passo acelerou-se com a visom do mar apesar de que restavam ainda
O Porto de Bares de 3.000 anos de antiguidade, para alguns feito polos Fenicios, para outros mais sonhadores feito polos Cíclopes (gigantes com um só olho); surpreende-nos com a sua beleza que o fai muito apetecível. O urbanismo destrutivo da paisagem e da natureza galega, desta vez ainda nom chegou a Bares e surpreendentemente nom vemos nengumha urbanizaçom e nengumha torre que rompa selvagemente a beleza do entorno. Em frente divisamos a ilha coelheira.
Logo de umhas paisagens de ladeiras íngremes impresionantes pola sua altura, majestuosidade e fermosura, por fim divisamos o nosso objectivo:
4 de outubro de 2007
Manifesto de AMAL para a manifestaçom contra a Planta de Gas de Mugardos
NOM À PLANTA DE GÁS, NEM DENTRO NEM FORA DA RIA
A planta de gás é consequência da submissom de Ferrolterra e da Galiza aos interesses de umha empresa privada e do governo espanhol.
- A necessidade da planta de Gás só se explica polo crescimento das cifras macroeconômicas que leva implícito o capitalismo e os interesses de crescimento do governo espanhol. Nom é indispensável nem para a Galiza nem para a comarca de Ferrolterra.
- O tratamento da Galiza como umha colónia reflicte-se no facto de produzirmos muita mais energia da que precisamos. Destrozam a nossa terra e jogam coa nossa saúde e segurança para se lucrarem.
- O desarrolhismo como ideologia imperante nom nos permite valorar objectivamente a necessidade de umha planta de gás. No entanto, umha análise do modelo político actual e a sua gestom territorial e meio-ambiental poderá indicar alternativas possíveis ao dessarrolhismo insustentável em que vivemos.
- Os governantes, submetidos aos agentes econômicos (neste caso, o Grupo Tojeiro e Reganosa), nom podem assegurar o implantaçom de um modelo alternativo à ideologia do crescimento capitalista.
- O ecologismo é contrario à economia de mercado própria do capitalismo. A sustentabilidade que requer a humanidade nom é possível dentro desse sistema econômico.
Convidamos-te a que reflexiones na deconstruçom da teoria do crescimento que defende Reganosa, as empresas privadas e os governantes que acreditam no sistema capitalista. Pensa na sustentabilidade da nossa sociedade. Renega da ideologia do crescimento e do desarrolhismo. Por um uso racional da energia.
GALIZA NOM É UMHA COLÓNIA SUBMETIDA AOS INTERESSES DO CRESCIMENTO EMPRESARIAL E ESPANHOL
POR UMHA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL: NOM À PLANTA DE GÁS.
AVANTE A RESISTÊNCIA CONTRA ESPANHA E O CAPITAL
1º ETAPA: Serra da Paradanta
O 14 de Setembro, às 9:00 da manhá, partimos do apeadoiro da Sela ( concelho de Arbo). Neste dia só dous montanheiros participamos do ascenso aos cúmios da Serra da Paradanta. Durante a manhá figemos um alto a colher água na fonte que há a carom do curro, perto já do ponto mais alto do monte (954 m).
Umha vez neste, e graças ao bom dia que acompanhou toda a jornada, puidemos fazer um repasso da geografia circundante: Suído e Faro de Aviom ao Norte, mesmo o Laboreiro trás os montes de Melgaço ao Sul, o Galinheiro ao Oeste, o longíquo Monte Meda e também Sam Mamede ao Leste…, foram algumhas das grandes serras que conseguimos lobrigar.
Também desde o alto tivemos a oportunidade de observar e escolher a rota a fazer, finalmente optando por atravessar toda a Paradanta cara ao Norte, onde se atopa o Montouto, último picouto antes do Suído. Aquí figemos o descanso para o jantar e, como nom, para a sesta. Voltando ao ponto de início, pois tivo de ser um percorrido circular, aliviamos a calor mergulhando-nos num tanque de água e mais adiante visitamos a aldeia da Franqueira. Parolamos ali cum artista que tinha montado o chiringuito para o jantar e que nos serviu uns refrigerantes, deixando assim passar a hora de mais calor do dia, para de novo retomar o caminho que nos levava mais umha vez polo alto da Paradanta, chegando finalmente à cara sul desta, onde acampamos para passar a noite. Como detalhe faunístico é de destacar o avondosos que som os cabalos ceivos nestas terras. E como detalhe fodido sobra dizer que esta serra está chea de moinhos de ferro.
Na manhá seguinte baixamos até a Franqueira, onde se combinara com os possíveis reforços. Ali juntaram-se dous marchantes mais. Deslocamo-nos de carro até os montes imediatos à aldeia da Granha, na cara Oeste do Suído.Aqui caminhamos também com a previsom de ter de voltar ao ponto de partida.
O percorrido foi um pouco improvisado, fugindo no possível das desgraçadas e abafantes pistas abertas para a construçom dos moinhos que, novamente, ateigam toda a superficie da serra. Neste sábado, desde um alto, também paramos a dar-lhe umha volta à geografia. Para surpresa de todos, puidemos alviscar graças aos "prismáticos" mesmo até as ruínas da Massó, em Cangas. Também a Serra do Faro e de novo Meda e Sam Mamede foram objeto das nossas latricadas. Para o jantar buscámos o refúgio dum penedo que nos emprestasse a sua sombra. Aqui até as vacas faziam o próprio, pois iva umha calor tremenda.
Também topamos com as típicas chouças dos pastores, sinal da avondosa gadaria. Já na tardinha chegamos ao ponto donde partiramos, para colhermos os carros e irmo-nos cada quem a onde lhe petar, nom sem antes passar por umha fonte com a milhor água do mundo e por umhas mámoas que estám na cara Leste do Suído, donde se podia ver perfeitamente a colossal Pena-Corneira.
Tocava-lhe a outro grupo de montanheiros, que iniciariam a rota polo tramo seguinte da Dorsal. Ainda restam o Suído, o Faro e o Farelo, o Careom, a Cova da Serpe, a Loba e a Faladoira...caminhada e denúncia até o 29 de Setembro, quando se chegue a Estaca de Bares.
4ª ETAPA: SERRA DO CAREOM E COVA DA SERPE
EOLICAS DE PONTA A PONTA
Umha das pessoas participantes na terceira marcha da AMAL pola dorsal galega remite-nos umha pequena crónica para dar conta das duas jornadas de roteiro que a agrupaçom desenvolveu. A que vos escreve quase dava por desconhecida a Serra do Careom. A Cova da Serpe nem tanto, mas a do Careom... No primeiro dia de caminhada já comprendim que a porçom de dorsal galega que lhe toca a Melide, a Toques, a Friol e a Palas eram desconhecida sem justificaçom. A altitude meia do Careom nom é muita, uns 550 metros, mas fôrom suficientes para que os de sempre que todos e todas conhecemos o enchessem de eólicos. De ponta a ponta.
Em aparência a paisagem é dura, com rochas e umha cor que diria entre vermelho e marróm. Essa cor talvez seja por essas rochas que a geologia lhe chama ultrabásica, serpentinas: é umha das muitas características que desconheciamos, alguns e algumhas, de este lugar. Ao igual que nom sabíamos que em muitos casos a flora do Careom é endémica. De aí me explico eu prantas que nunca tinha visto e até algum que outro animalinho que nos encontramos no caminho que na vida se me cruzara. Entre eles, um pequeninho furom com o fozinho mui afiado que tenho de estudar. E também umha abelha com umhas cores dignas de ver.
Cruzamos para o concelho de Toques, às vezes para o de Friol e outras para o de Palas. Todo mais ou menos normal até que quase caeu a noite. Aparentemente ficamos sem saída visível, assim que literalmente nos botamos ao monte. Melhor dito! botamo-nos ao campo. Atravesamos umha enorme extensom em que provavelmente houvesse multidom de branhas e onde as vacas seguro andam mais do que contentes. Os fochancos acompanhárom-nos até o final do enorme campo. Quando saímos, tocamos asfalto e quase nom dávamos creto.
Depois de passar um par de aldeinhas que estavam no baixo ( andávamos algo desviados e desviadas de rota) começamos a subir de novo para procurar um bom sítio para acampar. Passamos um bom número de exploraçons extensivas de gado. Todas estavam fora, com os seus jatinhos. Procuramos para acampar um pinheiral, assi o frio que já se deixava notar era mais suave. Houvo quem dixo que estávamos durmindo a escassos 20 quilômetros do lugar onde anos há tivo lugar um tiroteio entre Guardias Civis e militantes do EGPGC. Estávamos perto da Cova da Serpe.Pola manhá bem cedo começamos a caminhada com destino final Sobrado dos Monges. No caminho topamos com um homem que nos indicou o caminho para chegar até onde tínhamos o outro carro colocado. Uns quilômetros mais adiante encontramo-nos com um bom grupo de caçadores que estavam tentando matar, provavelmente, o último corço do monte. Quando passávamos por um caminho florestal sentimos um tiro perto, eu diria pertíssimo. Os caçadores com a nossa presença estavam bem amolados pólo ruído que fazíamos. Baixamos desviando-nos das indicaçons que nos derom e fomos dar a vários povos perto da estrada que se dirigia a Guitiriz. A gente nom sabia mui bem aonde nos dirigíamos. Ao igual que o dia anterior houvo quem pensou que éramos peregrinos e que estávamos caminhando justo ao contrário. Estamos bem!Depois de passar os pequenos povos todo foi pam comido e em poucas horas chegamos ao carro que nos foi levando aos poucos a Sobrado, onde pugemos fim à etapa. Agora toca-lhe a outros. Reivindicaçom e desfrute da terra até Estaca de Bares. Vemo-nos no ano que vém!
30 de agosto de 2007
MARCHA POLA DORSAL GALEGA
OS ROTEIROS POR ETAPAS E OS LUGARES DE SAIDA:
1º Roteiro: Serra da Paradanta. Sexta 14 e sábado 15 de setembro.
Saida: Comezará o dia 14 de setembro, sexta-feira, ás 9 horas, na Adega do independentista falecido Antom Bértolo Losada, a caróm do apeadoiro de Sela (concelho de Arvo). Desde Vigo há convoio às 6:40h e autocarro às 8h cara o lugar de saída.
Percurso: Sela > Barcela > Cabreiras > Vilar > Curro de Cabalos > Paradanta > Franqueira. O dia 15 o inicio será jà na Serra do Suído, pola parte da Canhiça.
A COGARRO (Coordenadora Galega de Roteiros) participou no desenho deste itinerario.
2º Roteiro: Serra do Suído. Domingo 16 de setembro.
Saida: Combinaremos no bar "A bruja" em Arcade ás 9 horas, para achegarnos de carro à saida do roteiro em Linhares, concelho de Pontecaldelas.
Final do roteiro o mesmo domingo ao serám.
3º Roteiro: Serra do Faro e Farelo. Terça 18 e quarta 19 de Setembro.
Final do roteiro a começos da tarde do 19.
4º Roteiro: Serras do Careom e da Cova da Serpe. Sábado 22 e domingo 23 de setembro.
Saída: Sábado 22 de Setembro às 9:30 horas na churreria 'O burato' (Melide). Final do roteiro, domingo depois de jantar.
5º Roteiro: Serra da Loba. Sexta 28 de setembro.
Visita ao moinho de Batám no Val de Xestoso.
Telefone de contacto: 679 251 163.
6º Roteiro: Serra da Faladoira. Sábado 29 de setembro.
Saída: Sábado 29 às 8h. no bar Marbelha D'As Pontes (agradece-se puntualidade).
Reproduzimos o manifesto que acompanha à marcha:
MARCHA POLA DORSAL GALEGA
Desde a Serra do Suído até a Serra da Faladoira, umha cadeia de montanhas percorre o país de sul a norte. É a Dorsal Galega, umha linha de média montanha que acada alturas entre 500 e 1200 metros. A Agrupaçom de Montanha Augas Limpas continua a sua jeira convocando umha marcha montanheira durante quinze dias, em seis etapas organizadas por relevos, para juntar o goce da nossa Terra à reivindicaçom e à denúncia.
Desde meados deste mês de Setembro, a AMAL organiza umha longa marcha montanheira com a pretensom de que conheçamos entre todas e todos este grande património galego, e também de denunciar sobre o terreno os responsáveis da sua destruiçom. Som empresas e políticos com nomes próprios, perfeitamente relacionados, os culpáveis de que cada vez mais espaços comunitários sejam roubados ao povo, de que sejam fanadas as fontes de riqueza, e de que se negocie com o que nom tem preço e nom é umha mercadoria.
Queremos convocar-te a algumha das nossas etapas de conhecimento e reivindicaçom. Começarám na Paradanta e seguirám pola Serra do Suído, para alcançar dias depois os cumes do Faro e percorrer o Careom, no centro da Galiza. Já no norte do país, andará-se a Cova da Serpe e a Serra da Loba, para culminar a marcha na Serra da Faladoira e rematar a actividade em Estaca de Bares. Ao rematar cada rota, de dous ou três dias de duraçom, realizaremos algumha actividade formativa relacionada com o meio ambiente, a história da comarca respectiva ou o montanhismo. Também deixaremos a nossa pegada assinalando os responsáveis de tantas desfeitas que inçam ao país. É o nosso contributo modesto à formaçom dumha comunidade de resistência nacional que face ao desarrolhismo e a dependência da Galiza, arredando-se no dia a dia, o máximo possível, do esbanjamento e do desprezo do que é próprio. Contamos contigo.
Galiza, Agosto de 2007.
4 de junho de 2007
PRECAUÇONS BÁSICAS DE MONTANHISMO E INDICAÇONS DE SOBREVIVÊNCIA

Precauçons básicas de montanhismo e Indicaçons de sobrevivência.
1. Precauçons básicas
1. Planifica com jeito o roteiro, estuda o percorrido servíndote dum plano, tendo conta das características do lugar e da estaçom do ano no que o vas visitar.
2. Informa-te da climatologia da zona, e deixa avisso do itinerário e tempo que che vai levar a algum conhecido.
3. Leva o equipamento precisso e nom carreges cousas inúteis. Leva o plano do percorrido. Tem conta de que nos cumes as diferenças de temperatura som importantes. Leva sempre na mochila umha peça de abrigo.
4. Lembra que non é conveniente ir só, sobretudo em longas travessias no inverno.
5. O compás e o plano som de grand ajuda, e podem chegar a ser imprescindíveis dado o caso.
2. Medidas preventivas
1. Procura caminhar com alguém, sem abandonar o grupo. O ritmo do grupo deve ser o do que caminhe mais a modo.
2. Vai fixando pontos de referência durante a marcha: rios, cruzamentos, árvores, rochas, cumes, etc.
3. Mide bem as tuas forzas: no grupo fazede umhas paradas para beber, comer algo e situar no mapa a vossa situaçom.
4. Nom deixes de caminhar de sentir muito frio: deverás comer e beber sobre a marcha. Sobre todo non malgastes as forzas nem a calor fazendo esforços inúteis.
3. Qué fazer de te perder
1. O primeiro é manter a calma. Precisamos tomar decissons e é importante nom perder os nervos.
2. Trata de determinar o lugar onde te achas, quer olhando no plano quer procurando referências no terreo.
3. Procura achegar-te a un ponto elevado para poder ter umha boa observaçom.
4. Determina un rumo a seguir coa ajuda do compás. Se a visibilidade for pouca ou nula tes de valorar se non é melhor aguardar que melhore. Nom perdas as referências que tenhas.
5. Se o consideras necessário comunica a tua situaçom ao número de emergência e indica bem a situaçom em que estás (ferido, só ou em companha, com material de abrigo, etc...) e quanto tempo levas desorientado.
4. Como orientar-se
É muito importante que antes de te iniciar num percorrido colhas como costume saber donde está o norte, deste jeito, se te perdes, podes asegurarte recuperar a orientaçom. Um compás que che ocupa medio peto das calças pode-che facilitar muito as cousas se te situaches sobre os pontos cardinais antes de iniciar a ruta. Para a sobrevivência é básico saber donde estamos e assi saber para donde nos diriximos de avançarmos.
1. Com compás e plano é relativamente doado orientar-se, mas é preciso que te habitues nos roteiros á leitura para tirar-lhe partido no caso de o precisar. Cum compás podes-te orientar pôndo o plano faze o norte coincidindo coas indicaçons do copás.
- A escala do plano facilitará-che as distancias; se por exemplo é de 1: 50.000, quer dizer que por cada centímetro no mapa, som-che 50.000 centímetros na realidade, portanto 500 metros.
- O plano apresenta umha série de referências que comparadas coas que apresenta o terreo donde nos atopamos, permitirá situar-nos. As linhas de nível que marcam o contorno do terreo indicam a altura do terreo sobre o nivel do mar, canto máis juntas estám maior será o desnível.
- Sobre o plano, podes ir vendo o percorrido que fas e marcando-o. Assi aseguras nom te perder e mesmo voltar atrás de o precisar.
- Numha situaçom de sobrevivência, situar-te no plano é importantíssimo para poder afrontar os problemas.
- Consulta a legenda do plano para entender a geografia do território e situar-te no terreo.
2. Sem compás a orientaçom pode ser polo sol de dia. Lembra que o sol sae polo leste e pom-se polo oeste, mas pouquíssimas vezes sae polo leste e se pom polo oeste exactos. O sol sae polo leste tirando cara ao sul e pom-se polo oeste tirando cara ao norte. A declinaçom varia segundo as estaçons do ano. Pola noite as estrelas podem servirnos para determinar a direcçom norte. Procurade a Ursa maior (o carro) , as duas estrelas do quadrilátero (as da parte de diante do carro) recebem o nome de guardas. A partir das guardas em linha recta atoparás a Estrela Polar , con forma de cometa, que é a direcçom norte.
5. Como conseguir água e alimentos
1. A água é o elemento mais importante que precisamos para sobreviver, podemos viver semanas sem alimentos mas nom sem auga. Antes de beber água dum regato (que nom seja dum manancial natural ou que nom tenhas certeça de que é potável) tenta fervé-la durante 10 ou 15 minutos.
Podes botar-lhe iodo para potabilizá-la, 8 ou 10 gotas de iodo por litro. Tambem podes utilizar tabletes purificadores mas utiliza-as só quando nom puder potabilizar a água doutro jeito, economiza-as. A água de chuva num princípio é potável (excepto quando o vento vem ENDESA, ENCE ou de TAFISA e estás perto), também podes ferver cachos de neve. Nunca bebas água salgada nem água estancada ainda que esteja clara.
2. Economiza os alimentos no caso de te atopar numha situaçom de sobrevivência calculando o tempo que crês que se passará até que te rescatem. Estám indicados os alimentos ricos em hidratos de carbono. Evita os alimentos secos quando nom tiveres muita água. No caso de faltar alimentos ou água, consegui-los tem de ser prioridade, podes comer alimentos silvestres.
Com muitas poucas excepçons, todos os animais terrestres som comestíveis se a sua carne está fresca, nunca comas as vísceras. Toma dúas comidas ao día e nom andes aos petiscos entre horas. Trata sempre de cozinhar os alimentos. Se tiveres comida, mas é probavel que nom te vaia chegar para o tempo que pensas estar issolado, tenta antes de mais conseguir comida polos teus propios meios e nom malgastes a que se pode conservar para quando estiveres em pior situaçom. Procura em campos de cultivo, hortas cultivadas ou com árvores frutais, beiras do mar (sobretudo coa maré baixa) e dos rios. Todo caminho que atopes, pode-che levar faze alimentos.
6. Como fazer lume
1. Procura e prepara o lugar adequado. Fai umha pantalha de pedras para frear que prenda na vegetaçom e orientar a calor para ti.
2. Começa com polas finas e folhas secas, e logo vai botanto mais lenha. O ideal e fazer umha pirámide ou semelhante construçom para que as pólas e folhas prendan progressivamente o resto do lume. Coloca toros de lenha que queiras queimar e estejam húmidos arredor do lume para que estejam secos quando os queiras utilizar.
3. Para prender lume sem mistos nem isqueiros podes usar um lente duns óculos, duns prismáticos ou dumha cámara fotográfica utilizando a energia solar a través destes. Por frotamento dumha navalha contra dumha pedra producindo isca ou cumha isca eléctrica dumha batería no caso de a ter. Neste último caso até um cabo a cada borne da bateria e frota os extremos sobre a mistura fácil de inflamar (para isto tes que tirar a batería e issolar os dedos). As pedras de seixo fam isca ao petar umha com a outra.
7. Como actuar no caso dun accidente
Umha vez se tem produzido o accidente, o primeiro é manter a calma, tranquilizar ao ferido se está consciente e aclarar as ideas sobre o que tes de fazer.
Comprova o grau de consciência, se tem hemorragias, toma-lhe o pulso e procede a realizar os primeiros auxilios procurando mover ao ferido o menos possível. (É bo ter algún curso de primeiros auxilios ou ter conhecimentos básicos para saír ao monte).
Se for preciso umha reanimación cardiovascular, o primeiro que cómpre fazer é unha tripla comprobaçom:
1) Comprovar a respiraçom: colocando o ouvido acima da boca do accidentado e observando se o peito sobe e baixa ao respirar.
2) Examinar a boca: para asegurarmo-nos de que nela nom hà corpos estranos que obstruam as vias aéreas.
3) Se nom hà respiraçom cómpre actuar, já que reaccionar a tempo é fundamental. A reanimaçom consiste en manter as funçons vitais alternando a respiraçom boca a boca e a massagem cardíaca.
- Respiraçom boca a boca:
> Hà que colocar a vítima deitada, boca arriba, inclinar-lhe a cabeça cara a atrás e erguer-lhe o queixo, así aseguramos que a via respiratoria fique libre.
> A pessoa que realiza a reanimaçom deve colocar-se en ángulo recto junto o ombro do paciente, pasar-lhe umha mao pola caluga e pôr-lhe a outra na frente, ao mesmo tempo que cos dedos polgar e índice lhe pecha as fossas nasais para que o ar que lhe vai insuflar non escape por elas.
> Despois cómpre inspirar fondamente, pôr a boca sobre a da vítima e expeler o ar.
> Logo dumha insuflagem, aparta-se a boca, aspira-se novamente e repete-se a operaçom.
- Massagem cardíaca:
Para restablece-la circulaçom sanguínea hà que realizar a massagem cardíaca. Esta manobra consiste em comprimir o coraçom entre o esterno e a columna vertebral, para que expulse o sangue que contém.
> Hà que se ajoelhar cabo da vítima, que deve estar deitada numha superfície rígida, em posición perpendicular ao seu peito.
> Hà que buscar a base do esterno, no centro do tórax, onde as costelas forman um V. Neste ponto coloca-se o talom dumha mao e acima a outra, entrelaçando os dedos.
> Depois preme-se com força, descarregando todo o pesso do corpo para fazer-lhe baixar o peito, sem medo, já que hà que aplicar força para que a manobra seja eficaz. Faze-lo com temor e sem decissom pode nom servir.
Combinar respiraçom boca a boca e massagem cardíaca pode salvar umha vida se se fai correctamente.
- Ritmo e duraçom:
O ritmo óptimo para aplicar a reanimaçom cardiopulmonar é duas insuflaçom boca a boca e trinta compressons cardíacas (30-2, 30-2, 30-2, ...). Mas, durante quanto tempo cómpre prolongar a reanimaçom? É difícil respostar a esta pergunta, o aconselhável é nom perder os aços. Algúns enfermos precisaron vários minutos até recobrar a respiraçom. Se o enfermo nom reacciona, recomendase practicar a reanimaçom até que chegue a assistência médica. Se é que chega.
- Umha ou duas pessoas:
Umha só pessoa pode aplicar a reanimaçom cardiopulmonar, pero é preferível que duas pessoas cambien por vezes, já que por vezes há que prolonga-la manobra ata que chegue o serviço especializado e pode ser canso. Os principios básicos da reanimaçom som similares quando o practican umha ou duas pessoas. Neste segundo caso, mentres unha realiza a respiración artificial, a outra céntrase na masaxe cardíaca. Para iso, quen vai efectua-la masaxe cardíaca sitúase axeonlhada á cabeceira do accidentado e a outra en perpendicular á altura do ombreiro.
Se a manobra se ten que prolongar durante varios minutos, é conveniente alternarse para evita-lo cansanzo. De haber unha pessoa máis podería colaborar elevando as extremidades inferiores do accidentado: desse jeito consegue-se que o sangue que há nelas se dirija cara ao tronco e aumente o nível de sangue disponível para garantir umha achega suficiente aos órgaos vitais: coraçom e cérebro.
4. No caso dumha hemorragia, a ferida nom deve tocar-se e tem que manter-se o mais limpa possível. Aplica gasa, algodom ou vendagem presionando fortemente a ferida para nom perder sangue. Fai um torniquete se nom tem sido possível parar a hemorragia. O torniquete pode-se improvisar cum pedaço de tea. Ponhé-lo melhor com tea no meio para nom mancar o ferido. Co torniquete no seu sítio, passamos o páu polo nudo dando-lhe voltas para apretar a ligadura para que o sangue deixe de circular.
Nom uses a pressom do torniquete mais de 15 ou 20 minutos, afrouja-o durante meio minuto e aperta-o de novo. O torniquete tem que atar-se a 5 ou 10 cm da ferida, nunca por riba.
5. No caso dumha escordadura ou fractura, o melhor é nom mover na medida do possível ao ferido porque se poden causar lessons ainda mais graves. Pode-se inmovilizar a extremidade entablilhando-a com ramas ou táboas. Como vendagem podemos usar o que tenhamos a mao (roupa, corda, etc). A aplicaçom de frio ajuda a diminuir a inflamaçom.
6. Se for preciso pede ajuda nos telefones de emergência, aportando os datos sobre o estado físico do ferido e o lugar donde estades, coa máxima exactitude.
Telefone de urgência em toda Europa: 112
COMO ACTUAR FRENTE AO LUME
Medidas preventivas
1. Nom prendas lume no monte. Sobretudo quando há vento forte ou a vegetaçom está seca. O vento pode levar o lume até outro ponto e provocar um incêndio.
2. Se for precisso para aquecer ou para cozinhar, nunca o perdas de vista nem o abandones a meio apagar. Tem sempre a mao todos os elementos precissos para controlar o lume. Extrema as precauçons.
Como actuar frente a um incendio
1. Se é un foco pequeno intenta apagalo com pólas, água ou com terra.
2. Avissa enquanto puder ligando para o 112. Intenta pôr-te a salvo, bem numha zona já queimada ou bem num claro. Procura fugir baixando e nunca corras para acima.
3. Evita as cristas e baixa dos cumes quando for possível, e procurar nom fazé-lo polas aristas.
4. Se o lume te arrodeia, procura um lugar onde o seu frente seja mais feble e o fume menos denso. Se tiveres água, molha-te; cobre-te com umha toalha ou algo similar, toma folgos e atravessa-o com decissom e com força.
5. Se o tiveres justo acima e che impede avançar, séntate no chao procurando issolar-te coa mochila. Nom te deites e aguarda a que passe o mais forte para seguir baixando.
CONSELHOS DE MONTANHISMO
Antes de conseguir o teu material para a montanha, tés que ter claro que aqui, como em todos os ámbitos da vida, o capitalismo criou um mercado baseado no desprezo das cousas, no usar e tirar e no reino das modas. Aconselhamos-che conseguir o teu material com calma, assessorando-te bem, e diferenciando o que realmente che faz falta do que é prescindível. Material bom e duradouro, que podas usar quantas mais vezes melhor, e que podas amanhar tu mesmo assi que se desgaste, para que dure muitos anos, e mesmo para ser prestado.
Nom temos que ter em propriedade todo o que precisamos. Há centos de cousas que usamos duas, três ou cinco vezes no ano que devem de ser de propriedade comunitária -como os livros dumha biblioteca- e circular de mão em mão: umha tenda de campanha, uns prismaticos, umha colecçom de mapas topográficos, uns manuais sobre fauna e flora do país. O ideal é que as associações de montanhismo ou de defesa da terra vaiam fazendo um pequeno património de uso social.
1.1. A roupa
As características básicas desejáveis do material de montanha som a ligeireza, o abrigo e que sequem muito rápido. Neste tipo de materiais incluimos: O forro polar, a licra ou a roupa sintética. Porém, recomenda-se excluir do material de montanha, por exemplo, as peças de algodóm, os sobretudos de plumas, os sueters de là, e as calças de pana.
A primeira capa de roupa, a que toca a pel há de ser sintética (recomenda-se nom utilizar peças de algodom porque conservan a humidade e tardam muito em secar); esta primeira capa tem como objectivo evacuar a transpiraçom. A segunda capa recomenda-se que seja de forro polar, joga o rol de issolante térmico. A terceira capa, tem de ser protectora, ligeira e resistente; protege do ralente, da neve e da chuva. Esta última capa pode ser um anorak ou calquer tipo de sobretudo impermeável. Sempre com capuz.
1.2. O calçado
As botas teram de ser todo-terreo, semi-rígidas e anti-desliçantes. Que cubram até o tornocelo para evitar escordaduras. Impermeáveis e transpirantes. Ligeiras assimesmo que resistentes ao desgaste. Também seria desejável que estejam prontas para levar crampons. Para evitar as bochas, o calcanhar nom se deve mover para acima no interior, nom devemos sentir algum tipo de fricçom em nengumha parte do pê.
As chinelas (calcetíns) podem resultar úteis para se banhar ou para pô-las nos tempos de recesso nos campamentos. Ademáis som ligeiras e nom ocupam espaço na mochila.
1.3. a mochila
As boas mochilas de montanha sempre tenhen feche acolchado para o peito e para a cintura. Um adulto nom deverá portear mais do 20% ou do 30% do seu peso corporal. De 35 a 55 litros para as saidas de dous días e de mais de 55 litros para as rutas de mais de tres.
2. A comida
Para a comida, vai ao singelo e à sabedoria popular: nom caias em consumismos absurdos de comida de montanha preelavorada. Refuga todos os 'novos inventos' que che oferecem, e procura consumir produtos cercanos ao teu lugar de residência, dos que saibas a origem (melhor ainda se conheces o produtor). Umha mínima cultura alimentar também fará mais levadeiras as tuas marchas mais duras.
Os principios básicos som a variedade e a regulariedade: os cereais (som ricos em hidratos de carbono e debem incluirse em todas as comidas, estes tenhen que ser cando menos o 50% da tua dieta.); deben de consumirse tambem a diário froitas, legumes, verduras e hortalizas. Lembra que o consumo de líquidos nos roteiros é superior ao habitual (3 litros diários) debido ao ejercício físico.
3. Que levar indispenável para umha marcha de dous dias
Como sabemos que nom se pode renunciar á roupa cotiá dum dia para outro, nom te podes fazer com material de montalha aginha, recomendamos-che o material indispensável para umha marcha de dous dias. Se verdadeiramente tês decidido dedicarte ao montanhismo, começa polos dous elementos mais esenciais. O primeiro: Umhas boas botas. O segundo elemento em importáncia: A mochila.
O indispensável para umha marcha de dous días como as que estamos a organizar em AMAL consistiria no seguinte:
1 Umhas botas que cubram até o tornocelo, que sejam de material que deixa transpirar o pê e impede o passo da água.
2 Umha mochila de montalha com feche de peito e de cintura.
3 Catro ou cinco pares de peugas (calcetíns), catro de camisolas e de roupa interior.
4 Um ou dous forros polares. O ideal é levar varias capas de roupa (em lugar de poucas, umha moi lixeira e outra muito pessada).
5 Um abrigo impermeável, ligeiro e que nom se enchoupe. O ideal é que o forro polar proteja do frio e que o abrigo proteja do vento, da chuva ou da neve.
6 Duas calças, o ideal é que che resultem cómodos e ligeiros. Se podem ser de fio, de material sintético ou de lycra melhor. Materiais ligeiros e que nom se enchoupem.
7 Um estojo de asseio com material ligeiro (nom metas por exemplo um bote de champú dos grandes). Podes-lhe incorporar um bote de desinfectante, gazes e esparadrapo. As tiritas especiais para as bochas feitas ao caminhar pódenche salvar do apuro de ter de andar muitas horas com dor.
8 Papel higiénico.
9 Umha toalha pequena.
10 Um saco de durmir.
11 Umha tenda de campanha.
12 Umhas luvas de material sintético ou de forro polar.
13 Umha garrafa de água de dous litros (de material ligeiro e irrompível coas caidas).
14 A comida: Os hidratos de carbono de desgaste lento que aportan principalmente o arrós, a massa, as patacas ou o pam som o combustível principal do corpo. Recoméndase levar umha marmita (taper) de arrós ou de salada de massa, cinco frutas, um tablete de chocolate, pam, queijo, dous envelopes de sopa, um pacote de bolachas e frutos enxutos. Nom som recomendáveis as latas de conservas porque pessan e geram muito lixo, podes levar algumha para cumprimentar a dieta mas nom facelas o teu menu principal. Nom é recomendável levar léite, é muito pesada e se rachar o recipiente pódeche molhar a roupa e estragar o resto da comida. Se queres leite, fáina com leite em pó ou toma leite condensada.
4. Contacto coa vecinhanza da zona
A vecinhanza adoitam ser amistosas e hospitalárias, muito máis do que os seus semelhantes de garavata e traje. O melhor guia e anfitriom é um vizinho ou vizinha da zona. O ideal é que cada marcha esteja organizada por pessoas do lugar. Além de conhecerem como a palma da sua mão o território, adoitam ter contactos de interesse, dam noticia da realidade da comarca, sabem histórias do lugar, e fam possível que topemos ajuda se a precisamos (sítios onde dormir, primeiros auxílios, certo material, referências...). Podem-che servir de grande ajuda porque conhecem o pais, os caminhos, donde atopar alimentos e água.
X Acampamento de Verao
Como todos os últimos fins de semana do verao, reunimo-nos num par de jornadas de convívio, caminhadas, lezer e conversa, que servirá...
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Crónica da luita que a vecinhanza do Umia sostida contra a imposiçom do encoro de Caldas:
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