A Agrupaçom de Montanha “Augas Limpas” organiza várias marchas anuais de conhecimento directo da Terra, recuperaçom da memória histórica e desfrute da sua riqueza natural. Mas também de denúncia das muitas agressons que padece, a maos de Espanha e do capitalismo, que estragam o património de todos em favor do lucro imediato.
Canteiras, parques eólicos, AVE, autovias, eucaliptizaçom, cementeiras... aproximam-nos mais à desfeita definitiva e roubam o nosso território por um monte de euros.
Une-te a nós para gozar desta Terra e para assinalar os responsáveis da desfeita.
Estas som as marchas da AMAL para Outono, Inverno e Primavera:
-Novembro: marcha pola serra do Courel, ameaçada polas canteiras.
-Dezembro: Visita aos montes de Coirós, pola rota da guerrilha antifascista.
-Janeiro: Cabeça de Maceda.
-Março: Marcha pola Galiza oriental: Os Oscos.
-Abril: serra do Jurês, a raia seca entre Galiza e Portugal.
Lembrar-vos que o 24 de Outubro é o roteiro de Mondonhedo. Para facilitar as cousas às pessoas que venham de longe, disponibilizamos um albergue (3 ourinhos noite) para o dia anterior. Apenas há que confirmar datas. Mais singelo impossível!!!
Contacto: 630 350 045
Informaçom sobre o roteiro de Mondonhedo do 24 de Outubro de 2009
Duración: 7h 30 min aprox. entre 15-20 km
O roteiro começa na área recreativa da Fervença, no vrao fai funçom de piscina fluvial, (situada a 3km do centro) mui de moda ultimamente pola próxima contruiçom dumhas mini-centrais. Subimos por um caminho que recorre à beira do rio Tronceda no que ascenderemos a ladeira dum monte (um par de costas pronunciadas) ate chegar à parróquia de Tronceda, próxima ao limite con Abadim.
Dende ali poderemonos achegar até um dos pontos mais altos do concelho, A Toxiza, ubicada na zona que e conhecida como a Fraga Velha (LIC da serra do Gistral) lugar onde estivo fuxido o mítico guerrilheiro antifranquista Luis Trigo Chao " O Gardarrios". Próxima a esta zona havia um cruzeiro em honra ao jefe da Falanxe, asasinado por unha partida de anti-franquistas.
No transcurso deste tramo onde poderemos observar os enormes destroços cometidos e os que ainda estam por se cometer no nome do PROGRESO.
Na Toxiza, subiremos um pouco mais até alcançar a Pena da Roca (o segundo ponto mais alto do concelho),umha vez alí desceremos até a parróquia de Sam vicente,onde foron axusticiados alguns disidentes do regime (a esta altura teriamos que atravesar a n-634).
Dende Sam Vicente até a zona do Valinhadares (recebe ese nome polo rio que banha esas ladeiras) o percurso discorre polo antigo caminho norte e por umhas pistas,despois de atravessar unha antiga louseira chegaremos ata o salto do coro, umha pequena cascada num entorno fermoso.
Por último,acabaremos o roteiro colhendo umha pequena parte da rota da auga, atravessaremos umha pequena ladeira dum monte, até finalizar numha fonte que há o lado da praça da catedral.
Falo como a irmã para os povos cheios de esperança
Falo como a irmã para os povos cheios de sereias, falo envolta nos lenços entre os que dormes, falo por dentro das consciências e dos dias, falo para cada uma das almas que caminha comigo a novo passo.
Falo como irmã para os povos cheios de sereias, colgando da minha pele chegam barcos todos os dias. Desde o norte frio do fim do mundo conto histórias que um dia outros sonharam.
Nas cantigas velhas da memoria escrevo, escrevo na onda do mar que buscou meu amigo, escrevo na onda do mar que busca o samba.
Partilhando com a lua pensamentos que penduram dos cabelos caminho sobre uma e outra pedra e no meio mesmo da pedra encontro um caminho cheio de esperança.
Não sou de longe nem de perto, nem do sol ou da lua nova.
Levo colados à pele muitos anacos duma memória escindida A memória que fugiu nos barcos e nas expedições, a memória de milhões e milhões de escravas, a memória dos povos que éramos antes da invasão dos tempos.
Caminham ao meu rente muitos homens, também caminham mulheres e cavalos. Se as nossas palavras são as mesmas, se os nossos sofrimentos também são os mesmos. Se é que temos a mesma dor nas feridas, se é que eu sou a irmã da lua, se é que eu falo como uma irmã.
Abaixo os puristas, todas as pessoas com o seu alento para criar, todas, todo o feio, suxo e infértil, todo, os erros, as incorreções, todas, as nações sem protocolo nem carta de felicitações ao senhor diretor, todas. Abaixo os puristas, não quero saber da vida que não é libertação
E que venham através de mim muitas vozes, vozes longo tempo silenciadas, vozes de inumeráveis nações escravas, porque quero ser a vossa voz, a calor do vosso rosto, a lua nova da madrugada.
Junto à estrela da manha debuxarei de novo a vida para cantar com todas as vozes que habitam nos nossos olhos, para cantar também aos que estão por vir para humilhar uma a uma todas as gerações, para que venham outras nascidas de areia, para seguir vivendo o tempo eterno da palavra.
Falo como a irmã para os povos cheios de sereias, falo envolta nos lenços entre os que dormes, falo por dentro das consciências e dos dias, falo para cada uma das almas que caminha comigo com novo passo.
Na fronte levo milhões de estrelas, nas mãos uma canção eterna, Caminho rompendo as cadeias impostas à liberdade da minha mente, e começo tudo com um sim, porque neste tempo de emergência e calamidade pública falta ainda a resposta.
Oh Wall Street lameiro luminoso, deixa sair já a voz da civilização enterrada no ouro preto, deixa aboiar a longa noite que nos fixo renascer com a lua, deixa que soprem os berros do presente ao passado num futuro incerto, deixa nascer as flores sobre as estrelas novas penduradas deste infinito céu.
Falo como a irmã para os povos cheios de sereias, falo envolta nos lenços entre os que dormes, falo por dentro das consciências e dos dias, falo para cada uma das almas que caminha comigo com novo passo.
Lembrar-vos que o 24 de Outubro é o roteiro de Mondonhedo. Para facilitar as cousas às pessoas que venham de longe, disponibilizamos um albergue (3 ourinhos noite) para o dia anterior. Apenas há que confirmar datas. Mais singelo impossível!!!
Contacto: 630 350 045
Informaçom sobre o roteiro de Mondonhedo do 24 de Outubro de 2009
Duración: 7h 30 min aprox. entre 15-20 km
O roteiro começa na área recreativa da Fervença, no vrao fai funçom de piscina fluvial, (situada a 3km do centro) mui de moda ultimamente pola próxima contruiçom dumhas mini-centrais. Subimos por um caminho que recorre à beira do rio Tronceda no que ascenderemos a ladeira dum monte (um par de costas pronunciadas) ate chegar à parróquia de Tronceda, próxima ao limite con Abadim.
Dende ali poderemonos achegar até um dos pontos mais altos do concelho, A Toxiza, ubicada na zona que e conhecida como a Fraga Velha (LIC da serra do Gistral) lugar onde estivo fuxido o mítico guerrilheiro antifranquista Luis Trigo Chao " O Gardarrios". Próxima a esta zona havia um cruzeiro em honra ao jefe da Falanxe, asasinado por unha partida de anti-franquistas.
No transcurso deste tramo onde poderemos observar os enormes destroços cometidos e os que ainda estam por se cometer no nome do PROGRESO.
Na Toxiza, subiremos um pouco mais até alcançar a Pena da Roca (o segundo ponto mais alto do concelho),umha vez alí desceremos até a parróquia de Sam vicente,onde foron axusticiados alguns disidentes do regime (a esta altura teriamos que atravesar a n-634).
Dende Sam Vicente até a zona do Valinhadares (recebe ese nome polo rio que banha esas ladeiras) o percurso discorre polo antigo caminho norte e por umhas pistas,despois de atravessar unha antiga louseira chegaremos ata o salto do coro, umha pequena cascada num entorno fermoso.
Por último,acabaremos o roteiro colhendo umha pequena parte da rota da auga, atravessaremos umha pequena ladeira dum monte, até finalizar numha fonte que há o lado da praça da catedral.
Os dias 18, 19 e 20 de setembro som as datas para o acampamento de montanha 2009.
Este é a segunda ediçom do Acampamento de Montanha. Neste 2009 organizamos três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha comarca que nom se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, a Seabra.
Desta vez deslocamo-nos ao sul-leste do território galego, a Luviám, tristemente de actualidade por ser um dos tramos desse AVE tam destrutivo com a nossa terra. Umha infraestrutura que consome milheiros de euros e arrasa com o meio natural, vilas e aldeias.
A construçom do AVE destrozará os montes e bosques de Luviam para fazer umha obra nom necesaria para @s galeg@s; um meio de transporte elitista que contribuirá como muitas outras á desfeita do nosso pais em beneficio duns poucos.
Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater e formar-nos; e demostrar que formas de vida anti-consumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências.
Como chegar?
Disponibilizamos os horarios de comboio desde Ourense para se achegar a Luviam e voltar o domingo:
Ourense-Luviam----------------- Quinta-Féira 17 de Setembro às 17:25 Ourense-Luviam ---------------- Sexta-Féira 18 de Setembro às 20:10 Luviam-Ourense----------------- Domingo 20 de Setembro às 18:10
Desde AMAL recomendamos que vaiades em transporte público, a pé ou em bicicleta. De precisar vir em transporte privado, compartilhádeo com outras pessoas que tenham pensado ir.
Programaçom do Acampamento 2009:
Resumo 6ª feira
10:00 Recibimento
11:00 Saída rota do Castro das Muradellas. Dificuldade baixa
16:00 Trabalhos na zona de campismo
20:00 Palestra: História e língua da comarca e da Galiza irredenta em geral. Com Mário Pereiro e Xavier Xil.
22:00 Ceia
22:30 Jogos
Resumo sábado
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Roteiro + formaçom em reconhecemento de plantas
22:00 Foliada com gaiteir@s, pandereteir@s, tamborileir@s, acordeonistas ... e algumha sorpresa. Resumo domingo
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Gincana
14:00 Jantar + recolhida
16:00 Palestra: As consecuências do AVE. Marta (autora do vídeo "O AVE: de Barcelona a Galiza")
17:30 Finalizaçom da actividade
18:10 Trem de volta
Como anotarse?
A dia de hoje podes anotar-te enviandonos um correio a aguaslimpas@gmail.com ou chamando ao 988 280 400 (de 9h a 14h). Faino quanto antes porque precisamos ja a listagem de asistentes para preparar as actividades, comida, etc. O preço das jornadas som 20 Euros para afrontarmos gastos de comida e alojamento.
Que precisas?
Por suposto, tenda de campanha e roupa de monte (apenas botas, prendas resistentes e mudas, deixa-te de marcas e consumo de logos comerciais). Umha linterna, se podes uns prismáticos, navalha... . Nom te preocupes da comida, que disso já se encarrega a organizaçom. Ainda que che pareça mentira, nom precisas praticamente dinheiro, porque na montanha consume-se pouco. Umhas poucas moedinhas por se precisas fazer umha chamada de urgência dum telefone público (no monte tampouco se precisa móbil).
Isso si: som obrigatórias as ganas de andar, de conhecer a nossa Terra e energias para contribuir a esta comunidade de resistência polo nosso país.
Podedes consultar na nossa própria página (no lateral arriba) as entradas do "acampamento de montanha" do ano pasado.
Imagens do concelho de Luviam:
Imagem da aldeia de Luviam
Luis Caruncho, gaiteiro e zanfonista que participou na foliada do acampamento do ano passado, fixo este video-clip de música tradicional com o seu grupo Os Carunchos onde podemos ver o mapa comarcal coa toponímia do pais e ao propio Luis tocando e dançando na Seabra; Comarca onde se fai o acampamento este ano. A letra cantada é original de Manuel Maria do poema Galicia do seu libro Os soños na gaiola de 1968:
Os dias 18, 19 e 20 de setembro som as datas para o acampamento de montanha 2009.
Este é a segunda ediçom do Acampamento de Montanha. Neste 2009 organizamos três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha comarca que nom se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, a Seabra.
Desta vez deslocamo-nos ao sul-leste do território galego, a Luviám, tristemente de actualidade por ser um dos tramos desse AVE tam destrutivo com a nossa terra. Umha infraestrutura que consome milheiros de euros e arrasa com o meio natural, vilas e aldeias.
A construçom do AVE destrozará os montes e bosques de Luviam para fazer umha obra nom necesaria para @s galeg@s; um meio de transporte elitista que contribuirá como muitas outras á desfeita do nosso pais em beneficio duns poucos.
Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater e formar-nos; e demostrar que formas de vida anti-consumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências.
Como chegar?
Disponibilizamos os horarios de comboio desde Ourense para se achegar a Luviam e voltar o domingo:
Ourense-Luviam----------------- Quinta-Féira 17 de Setembro às 17:25 Ourense-Luviam ---------------- Sexta-Féira 18 de Setembro às 20:10 Luviam-Ourense----------------- Domingo 20 de Setembro às 18:10
Desde AMAL recomendamos que vaiades em transporte público, a pé ou em bicicleta. De precisar vir em transporte privado, compartilhádeo com outras pessoas que tenham pensado ir.
Programaçom do Acampamento 2009:
Resumo 6ª feira
10:00 Recibimento
11:00 Saída rota do Castro das Muradellas. Dificuldade baixa
16:00 Trabalhos na zona de campismo
20:00 Palestra: História e língua da comarca e da Galiza irredenta em geral. Com Mário Pereiro e Xavier Xil.
22:00 Ceia
22:30 Jogos
Resuma sábado
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Roteiro + formaçom em reconhecemento de plantas
22:00 Foliada com gaiteir@s, pandereteir@s, tamborileir@s, acordeonistas ... e algumha sorpresa. Resumo domingo
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Gincana
14:00 Jantar + recolhida
16:00 Palestra: As consecuências do AVE. Marta (autora do vídeo "O AVE: de Barcelona a Galiza")
17:30 Finalizaçom da actividade
18:10 Trem de volta
Como anotarse?
A dia de hoje podes anotar-te enviandonos um correio a aguaslimpas@gmail.com ou chamando ao 988 280 400 (de 9h a 14h). Faino quanto antes porque precisamos ja a listagem de asistentes para preparar as actividades, comida, etc. O preço das jornadas som 20 Euros para afrontarmos gastos de comida e alojamento.
Que precisas?
Por suposto, tenda de campanha e roupa de monte (apenas botas, prendas resistentes e mudas, deixa-te de marcas e consumo de logos comerciais). Umha linterna, se podes uns prismáticos, navalha... . Nom te preocupes da comida, que disso já se encarrega a organizaçom. Ainda que che pareça mentira, nom precisas praticamente dinheiro, porque na montanha consume-se pouco. Umhas poucas moedinhas por se precisas fazer umha chamada de urgência dum telefone público (no monte tampouco se precisa móbil).
Isso si: som obrigatórias as ganas de andar, de conhecer a nossa Terra e energias para contribuir a esta comunidade de resistência polo nosso país.
Podedes consultar na nossa própria página (no lateral arriba) as entradas do "acampamento de montanha" do ano pasado.
Imagens do concelho de Luviam:
Imagem da aldeia de Luviam
Luis Caruncho, gaiteiro e zanfonista que participou na foliada do acampamento do ano passado, fixo este video-clip de música tradicional com o seu grupo Os Carunchos onde podemos ver o mapa comarcal coa toponímia do pais e ao propio Luis tocando e dançando na Seabra; Comarca onde se fai o acampamento este ano. A letra cantada é original de Manuel Maria do poema Galicia do seu libro Os soños na gaiola de 1968:
Montagem de imagens sobre os efectos das obras do trem de Alta Velocidade Espanhola (AVE) no Val do río Maceiras, no concelho de Redondela. Um ejemplo mais de parroquia galega literalmente destruida polo AVE, obra irracional e nom necesaria para o povo galego:
Os dias 18, 19 e 20 de setembro som as datas para o acampamento de montanha 2009.
Este é a segunda ediçom do Acampamento de Montanha. Neste 2009 organizamos três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha comarca que nom se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, a Seabra.
Desta vez deslocamo-nos ao sul-leste do território galego, a Luviám, tristemente de actualidade por ser um dos tramos desse AVE tam destrutivo com a nossa terra. Umha infraestrutura que consome milheiros de euros e arrasa com o meio natural, vilas e aldeias.
A construçom do AVE destrozará os montes e bosques de Luviam para fazer umha obra nom necesaria para @s galeg@s; um meio de transporte elitista que contribuirá como muitas outras á desfeita do nosso pais em beneficio duns poucos.
Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater e formar-nos; e demostrar que formas de vida anti-consumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências.
Como chegar?
Disponibilizamos os horarios de comboio desde Ourense para se achegar a Luviam e voltar o domingo:
Ourense-Luviam----------------- Quinta-Féira 17 de Setembro às 17:25 Ourense-Luviam ---------------- Sexta-Féira 18 de Setembro às 20:10 Luviam-Ourense----------------- Domingo 20 de Setembro às 18:10
Desde AMAL recomendamos que vaiades em transporte público, a pé ou em bicicleta. De precisar vir em transporte privado, compartilhádeo com outras pessoas que tenham pensado ir.
Programaçom do Acampamento 2009:
Resumo 6ª feira
10:00 Recibimento
11:00 Saída rota do Castro das Muradellas. Dificuldade baixa
16:00 Trabalhos na zona de campismo
20:00 Palestra: História e língua da comarca e da Galiza irredenta em geral. Com Mário Pereiro e Xavier Xil.
22:00 Ceia
22:30 Jogos
Resuma sábado
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Roteiro + formaçom em reconhecemento de plantas
22:00 Foliada com gaiteir@s, pandereteir@s, tamborileir@s, acordeonistas ... e algumha sorpresa. Resumo domingo
8:00 Alvorada
8:30 Almorço
9:30 Gincana
14:00 Jantar + recolhida
16:00 Palestra: As consecuências do AVE. Marta (autora do vídeo "O AVE: de Barcelona a Galiza")
17:30 Finalizaçom da actividade
18:10 Trem de volta
Como anotarse?
A dia de hoje podes anotar-te enviandonos um correio a aguaslimpas@gmail.com ou chamando ao 988 280 400 (de 9h a 14h). Faino quanto antes porque precisamos ja a listagem de asistentes para preparar as actividades, comida, etc. O preço das jornadas som 20 Euros para afrontarmos gastos de comida e alojamento.
Que precisas?
Por suposto, tenda de campanha e roupa de monte (apenas botas, prendas resistentes e mudas, deixa-te de marcas e consumo de logos comerciais). Umha linterna, se podes uns prismáticos, navalha... . Nom te preocupes da comida, que disso já se encarrega a organizaçom. Ainda que che pareça mentira, nom precisas praticamente dinheiro, porque na montanha consume-se pouco. Umhas poucas moedinhas por se precisas fazer umha chamada de urgência dum telefone público (no monte tampouco se precisa móbil).
Isso si: som obrigatórias as ganas de andar, de conhecer a nossa Terra e energias para contribuir a esta comunidade de resistência polo nosso país.
Podedes consultar na nossa própria página (no lateral arriba) as entradas do "acampamento de montanha" do ano pasado.
Imagens do concelho de Luviam:
Imagem da aldeia de Luviam
Luis Caruncho, gaiteiro e zanfonista que participou na foliada do acampamento do ano passado, fixo este video-clip de música tradicional com o seu grupo Os Carunchos onde podemos ver o mapa comarcal coa toponímia do pais e ao propio Luis tocando e dançando na Seabra; Comarca onde se fai o acampamento este ano. A letra cantada é original de Manuel Maria do poema Galicia do seu libro Os soños na gaiola de 1968:
Este Sábado 29 de Agosto a Agrupaçom de Montanha “Augas Limpas” organiza um roteiro na comarca de Trasancos. Desta volta deslocaremo-nos ao norte do país, até o Concelho de Neda no fundo da Ria de Ferrol. Este Concelho de arredor de 6700 pessoas, limita com os Concelhos de Narom, Capela, Sam Sadurninho e Fene.
Começaremos na vila de Neda que no seu dia tivo um estaleiro de grande importáncia para o sector naval. Nas ruas do seu centro histórico atoparemos prédios dos séculos XVII e XVIII. Saímos da vila para continuarmos cumha pequena ascesiom até o Monte Marrajom de 333m, o qual conserva um dolmem.
Deseguido, caminharemos até toparmo-nos com o val do Rio Belelhe no Roxal onde podemos desfrutar da fervenza do mesmo nome com umha caída de quase 50m de altura. Esta zona tivo grande importáncia económica e no desenrolodo da sociadade nedense nas suas augas forjárom-se as primeiras indústrias. Sorprende a quantidade de moinhos artelhados no percurso do rio Belelhe (hoje alguns reconvertidos em piscifactorias adicadas a cria da troita) que forneciam de pam à comarca e mesmo no seu tempo à Marinha dos Austrias. Aliás passaremos polo Paço de Isabel II, do s.XIX, antigua fabrica téxtil.
Deixamos o val do rio para aproximar-nos a terras mais altas até chegar a Vila Donelhe onde se conserva um castro acarom da igreja. Desde aquí deslocamo-nos até até umha pista florestal no Monte Louseira (465m) na parróquia de Sam Pedro de Anca. Nesta parróquia atopamos o dolmem chamado “Mámoa do Inglés”. Seguindo por umha pequena estrada comarcal aproximamo-nos ao monte de Ancos (262m) e de grande importáncia estratégica no seu dia polo seu emprazamento, dominando o fundo da ria. Aqui atopamos um castro relacionado com o assentamento Libunca a capital dos Ártabros e hoje parcialmente destruído por umha estrada. Completamos o percurso baixando o monte caminho da ria de Ferrol e coincidindo cum tramo do caminho Inglés. Finalmente chegamos de novo ao centro histórico de Neda.
Fauna e vegetaçom
Nas marismas da ria conservam, anidam e vivem garças, parrulos, diferentes gaivotas e martinhos peixeiros, que complementam a fauna de pequenas aves de rapina, como minhatos. No rio atopamos troitas e até recentemente, era possível ver lontras. É comum ver xabarins e algum corzo.
Saída:
Sábado 29 de Agosto DE 2009, às 9:30hh diante da Casa do Concelho de Neda.
Percurso: O percurso de 20km terá umha duraçom aproximada de 7 horas incluíndo as paragens para jantar e descansar.
Dificuldade:
Média-Baixa. Haverá alguns tramos de subida.
Material:
Além de material cómodo para caminhar e adecuada ao tempo (um chuvasqueiro nom sobra) cómpre leavar auga (aconselha-se dous litros por pessoa e dia) e comida para o jantar. Nom estaria demais levar prismáticos já que há miradores naturais nos quais é possível visionar comarca quase por completo.
Os dias 18, 19 e 20 de setembro som as datas para o acampamento de montanha 2009. Nos vindeiros dias facilitaremos o programa.
Este é a segunda ediçom do Acampamento de Montanha. Neste 2009 organizamos três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha comarca que nom se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, a Seabra. Desta vez deslocamo-nos ao sul-leste do território galego, a Luviám, tristemente de actualidade por ser um dos tramos desse AVE tam destrutivo com a nossa terra. Umha infraestrutura que consome milheiros de euros, arrasa com o meio natural, vilas e aldeias e só vai comunicar as principais cidades galegas. A construçom do AVE destrozará os montes e bosques de Luviam para fazer umha obra nom necesaria para @s galeg@s; um meio de transporte elitista que contribuirá como muitas outras á desfeita do nosso pais em beneficio duns poucos.
Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater e formar-nos; e demostrar que formas de vida anti-consumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências.
Disponibilizamos os horarios de comboio desde Ourense para se achegar a Luviam e voltar o domingo:
Ourense-Luviam----------------- Quinta-Féira 17 de Setembro às 17:25 Ourense-Luviam ---------------- Sexta-Féira 18 de Setembro às 20:10 Luviam-Ourense----------------- Sábado 20 de Setembro às 18:10.
Desde AMAL recomendamos que vaiades em transporte público, a pé ou em bicicleta. De precisar vir em transporte privado, compartilhádeo com outras pessoas que tenham pensado ir.
Programaçom do Acampamento 2009:
Resumo 6ª feira
10:00 Recibimento
11:00 Saída rota do Castro das Muradellas. Dificuldade baixa
16:00 Trabalhos zona campismo
20:00 Palestra
22:00 Ceia
22:30 Jogos
Resuma sábado
8:00 Alvorada
8:30 Almoço
9:30 Roteiro + prantas
19:00 Palestra Soberania alimentar e anticonsumo
21:00 Ceia
22:00 Foliada Resumo domingo
8:00 Alvorada
8:30 Almoço
9:30 Gincana
14:00 Jantar + recolhida
16:00 Palestra Ave
17:30 Finalizaçom da actividade
18:10 Trem de volta
Podedes consultar na nossa própria paxina (no lateral arriba) as entradas do "acampamento de montanha" do ano pasado.
Imagens do concelho de Luviam:
Imagem da aldeia de Luviam
Luis Caruncho, gaiteiro e zanfonista que participou na foliada do acampamento do ano passado, fixo este video-clip de música tradicional com o seu grupo Os Carunchos onde podemos ver o mapa comarcal coa toponímia do pais e ao propio Luis tocando e dançando na Seabra; Comarca onde se fai o acampamento este ano. A letra cantada é original de Manuel Maria do poema Galicia do seu libro Os soños na gaiola de 1968:
Achegamos os manifestos do acto prévio ao dia da Pátria em Vigo e do própria manifestaçom nacional em Compostela do 25 de Julho de Causa Galiza. Animamos a todas as pesoas a participarem nestes dias de celebraçom e reivindicaçom.
Manifestaçom em Vigo Sexta-Féira 17 de Julho
Por umha Galiza ceive e socialista!
Pola folga geral nacional!
Mais um ano o movimento social e independentista viguês volta a sair às ruas com motivo do Dia da Pátria.
Neste último ano temos assistido a um recrudecimento na ofensiva de Espanha e o capital contra o nosso povo trabalhador. Umha ofensiva global que afecta à identidade, a nossa língua, aos direitos laborais, à nossa Terra...
O povo trabalhador está-se a ver como o grande prejudicado da crise estrutural do sistema capitalista. Hoje o agro galego, os gandeiros e as gandeiras galegas vem-se abocados à ruina. Antes forom as quotas da UE, agora a liberalizaçom. Um exemplo mais junto com o sector da pesca do esfarelamento dos nossos sectores productivos.
Outra das luitas que vam marcando o acontecimento político e social do País é a greve do metal. Miles de trabalhadores que luitam contra umhas condiçons laborais pésimas e contra umha patronal reaccionária e explotadora. Umha luita das que formam e criam conciência política do que somos e do queremos ser. Sem dúvida, o agro e o metal simbolizam hoje o melhor da luita nacional e de classe contra os nossos irreconciliáveis inimigos: Espanha e o capitalismo.
O povo trabalhador tem que dotar-se de ferramentas para sair reforzado das batalhas que estamos a librar. É por isto, que hoje no nosso País fai-se necessária umha Greve Geral Nacional que permita mobilizar e concienciar ao povo trabalhador contra a Patronal e as políticas económicas do Goberno espanhol e autonómico. Umha greve geral que nom seja um ponto final à mobilizaçom; que seja um ponto e seguido a umha estratégia de longo alcanço: a Independência e o Socialismo.
O movimento em defesa da língua também sabe muito do recrudecimento da ofensiva. Umha nova estratégia contra a nossa língua vem de ser posta em marcha. Galicia Bilingüe representa o ódio aberto contra o galego e os galego-falantes. Esta associaçom tem-se situado à cabeça da ofensiva com o apoio político do Partido Popular na Xunta e do PSOE através da Delegación del Gobierno, aliás de contar com o apoio do grande capital: O Club Financiero de Vigo. Estes agentes estám decididos a arrebatar-lhe a nossa língua o pequeno espaço ganhado na normalizaçom lingüística.
Fronte a isto dezenas de militantes tenhem respostado com dignidade fronte a nova aldraje espanhola. Umha dignidade que adoptou múltiples formas de resposta e que tivo como ponto máximo a grande manifestaçom do passado 17 de Maio. No caminho dezenas de activistas pró-galego tenhem sido multados e processados.
O estado espanhol tem muitas e distintas formas de reprimir a qualquer que se atreva a respostar às agressons que dia trás dia sofre o povo galego. As multas, os processos penais, a cadeia preventiva e a dispersom penitenciária que sofrem os presos políticos... som exemplos de como o estado tenta frear ao povo que se rebela. Mas a repressom so pode gerar entre nós mais solidariedade, mais rebeldia e mais ganhas de botar abaixo este sistema.
Viva Galiza ceive e socialista!
Manifestaçom na Alameda de Compostela o dia da Pátria
Manifesto Dia da Pátria 2009
Amigas e amigos,
companheiras e companheiros vindos de toda a Galiza e do exterior, presentes e ausentes,
delegaçons internacionais que nos acompanhades:
Celebramos hoje a jornada em que reivindicamos o nosso direito de autodeterminaçom e reafirmamos a vontade de constituirmos o nosso próprio Estado: umha República Galega.
No actual contexto de crise capitalista, tais reivindicaçons som mais necessárias do que nunca: a crise deteriora as nossas condiçons de vida e trabalho e agudiza os piores efeitos da histórica dependência de Espanha, como o desemprego estrutural, a precariedade ou o empobrecimento de importantes sectores do povo trabalhador. Madrid e Bruxelas pretendem somar a esta condiçom de viveiro de mao-de-obra barata e fonte de recursos minerais e energéticos, a turistificaçom da economia nacional, enquanto relançam o assalto ao território que arrasa costas, vales, rios e montes em aras do benefício privado e planificam desde instituiçons alheias a liquidaçom da nossa língua e identidade.
A nível institucional, após quatro anos de governo bipartido PSOE-BNG, a direita mais conservadora recuperou o governo da Junta. Isto foi possível, entre diversos factores, pola aplicaçom continuista por parte do PSOE e do BNG de semelhantes políticas aplicadas polo fraguismo. Quatro anos perdidos na construçom nacional da Galiza e na melhora das condiçons de vida do nosso povo.
A situaçom é difícil e alterna episódios de luita exemplar, como a do proletariado do Metal, com a agudizaçom da repressom e o controlo social e a extensom do mal-estar psicossocial. É imprescindível, pois, tomarmos medidas resolutivas. A curto prazo, a convocatória dumha Greve Geral Nacional e a coordenaçom d@s independentistas para fazermos frente com radicalidade à administraçom que preside Alberto Núñez Feijó. A meio, organizando-nos para as batalhas que se anunciam e avançando a passo firme no caminho da autodeterminaçom e a soberania.
Autodeterminaçom e soberania som a chave que abre a porta a um futuro distinto do que se perfila no horizonte; som a única alternativa política real neste país. A via estatutista, a via do contrato com Espanha, é umha fraude esgotada que apenas foi útil para adormecer consciências e facilitar que os nossos inimigos históricos avanzem no espólio e a destruiçom da Galiza. A autêntica democracia e a dignidade virám da luita que nos leve a um cenário de autodeterminaçom, soberania e independência.
Contodo, companheir@s, chamar um povo à luita é muito mais que lançar umha proclama. Chamar um povo à luita, quando tantas vontades están feridas por ceticismos e impotências, é sobretodo assumir responsabilidades: a responsabilidade de forjarmos ferramentas organizativas legítimas e duradeiras; de coesionarmos as forças disponíveis sob estratégias concretas de intervençom e, por cima de todo, de ganharmos com factos os coraçons e a credibilidade de milhares de independentistas e do conjunto do povo trabalhador galego.
É evidente que os agentes políticos e sociais e as pessoas que vertebramos Causa Galiza nom conseguimos materializar nestes dous anos as expectativas criadas em 2007 e desactivar os factores que ralentizam desde dentro a luita soberanista, impossibilitando logros hoje possíveis. Estas eivas impedírom que Causa Galiza estivesse à altura do aguardado e da necessidade de edificarmos espaços de convívio e luita sobre os que erguer projectos mais ambiciosos no futuro.
Recuperarmos o rumo original e a ilusom é, portanto, o repto urgente. Pretendemos ser a ferramenta que permita a organizaçons, movimentos sociais e militantes trabalhar cóvado com cóvado, desde a esquerda, pola soberania. Queremos constroir a aliança que estenda a reivindicaçom da autodeterminaçom a todo o país e, desde o trabalho de base, desde a acçom diária, crie condiçons favoráveis para avançarmos na luita independentista. Neste Dia da Pátria convidamos quem, dia após dia, sustentades desde a militáncia e o esforço anónimos o combate pola soberania, a fortalecerdes esta ferramenta. É necessário, é urgente e dam-se as condiçons necessárias. A luita pola autodeterminaçom precisa de todas e todos nós.