17 de dezembro de 2008

CALENDARIO DOS VINDEIROS ROTEIROS

Iremos completando a informaçom segundo se acheguem as datas dos roteiros.

3 DE JANEIRO
Roteiro Agrela-Meda
(concelhos de Teo e Padrom):
Roteiro organizado pola Comarcal de Compostela de AMAL.
Contacto: 606 359 166. De segundas a sextas entre 14:30 a 15:30 e entre 22:30 e 23:30.
Rematará no mesmo dia. Cumpre levar comida.
Dificuldade: Baixa.

A seguir oferecemos-vos umha resenha geográfica e ambiental da zona, umha das mais privilegiadas para ter umha vista panorámica da micro-comarca da Amaía.

A comarcal de Compostela da AMAL organiza um roteiro polas montanhas do sul da comarca e terras do Sar. O nosso percurso começa na Pena da Agrela (408 m), na freguesia teense de Lampai e remata no Outeiro de Meda (448 m), que coroa a vila de Padrom. Caminhamos pola pequena serra formada polo Monte Castelo, o Castelo de Roque e o Castelo Redondo. Estas modestas elevaçons fecham o Vale da Amaía polo sul e o leste, enquanto a serra do Leirom e os montes da Muralha o fam polo norte e o oeste. É assi que se delimita umha terra que sempre tivo sona nas comarcas limítrofes pola sua alta fertilidade e o benigno do seu clima.

A Pena da Agrela, também conhecida como Pico de Lampai, oferece-nos a que adoita ser classificada como umha das panorámicas mais impressionantes do nosso país. A vista que temos desde o seu cruzeiro, ubicado no cume, permite alviscar várias comarcas e unidades fisiográficas diferenciadas, pois trata-se dum afloramento granítico que destaca entre a Depressom Meridiana polo oeste e os contactos entre rochas de diferente erosionabilidade polo leste, ficando isolada entre estas duas realidades. É assim que dela podemos contemplar paisagens costeiras, urbanas, agrárias e montanhosas.

A começar polo norte, temos a parróquia de Báscuas, pertencente ao concelho de Padrom, o monte Areal e o Castro Lupário, de grande importáncia na mitologia comarcal. Em segundo plano, o Vale do Sar destaca alturas mais setentrionais, como o Sam Marcos ou o Espinheira.

Posteriormente, e no sentido das agulhas do relógio, temos o Milhadoiro e Compostela cidade. O Vale de Santa Luzia, de clara especializaçom agrária, culmina no Monte Castelo. Mais perto de nós fica a área residencial de Cacheiras. Continuando nessa direcçom, vemos o impressionante Pico Sacro, também de grandes implicaçons na mitologia local e à direita do mesmo vemos a vila de Silheda e o Monte Sam Sebastiám (748 m). Mais a sul, temos a vila da Estrada, na comarca de Taveirós e, ao longe, as serras da Dorsal Central Galega. Bem mais perto, temos o Gesteiras e o Outeiro de Meda, que será o nosso destino final. Estes montes escondem muitas comarcas do sul, mas deixam enxergar os altos do Salnês e, se o dia estiver claro, a ria de Arousa, coas ilhas de Cortegada e Arousa, a península de Ogrobe e o monte Siradelha. Com muita sorte, poderemos ver a ilha de Ons, já na boca da ria de Ponte Vedra.

Obviamente, também contemplaremos a própria parróquia de Lampai e o Vale da Amaía.

Porém, nem todo é tam bonito. Como agressons ao território, podemos salientar as canteiras de Camilo Carballal, bem próximas da Agrela, os primeiros moinhos eólicos ubicados nesta pequena serra ou o vertedoiro de lixo que se situava nas abas de Meda. Porém, parece que este último foi recentemente retirado polas autoridades padronesas. Todo isto por nom falar da onipresença do eucalipto, agravada trás os incéndios do 2006, de graves repercussons na zona que nos ocupa.

Serra do Candám
A do Candám é umha serra de perfil suave que forma parte da cadeia hercínica do Maciço Galaico. Está formada por xistos, anfibiolitas, ortogneis e paragneis rotos que conformam um relevo acidentado. A altura máxima é de 1017 metros, no monte de S.Bento.

Recolhe umhas precipitaçons anuais mui elevadas que dam lugar à formaçom de branhas no interior da serra e aos mananciais que servem de nascente dos rios Leres Úmia e Deça.

A preasença no lugar de espécies de flora e fauna pouco freqüentes na Galiza dam fé da boa conservaçom do espaço. Por desgraça, temos que suportar os habituais moinhos eólicos nalguns dos seus cumes. Na serra alternam pequenas áreas cultivadas com bosques no fundo dos vales e monte baixo nos cumes. A árvore mais comum é o carvalho, mas também há cerquinhos, vidoeiros, ameneiros, castanheiros, pereiras bravas, azivro… No sotobosque há gilbardeiras, arandos, silvas, abrótegas, passarinhos, fentos… Nas beiras dos rios e regatos estám as amieiras, violetas, cáncaros, pés de boi… No mato abunda o toxo, breixos, carqueijas, gestas e queirugas.

A fauna do Candám é de grande interesse pola variedade, e sobre todo pola presença de espécies pouco comuns noutros lugares. Ente os mamíferos, podemos atopar: lobo, gato bravo, lontra, raposo, algária, porco bravo, porco teixo, coelho, esquio, ouriço cacho, morcego grande de ferradura… Das aves, salientar o bufo real, a tartaranha cinzenta, a gatafornela, as águias (cobreira, real e alvela), falcom peregrino, sisom, minhato, lagarteiro peneireiro, moucho comum, coruja, corvo, paporruivo, pimpim, papuja, tordo galego, picanço, pica papuda, laverca, bubela, ferreirinho (comum e bacachis), pombo torcaz, cuco e petos (verdeal e real). Anfíbios: rá (vermelha e patilonga), limpafontes, píntega, saramaganta, sapo rajado… No capítulo dos répteis, destacam: o escáncer, a lagartixa galega, a víbora de Seoane e a cobra de colar. Aliás, há multitude de insectos pouco comuns.

Perto do Candám, temos outros espaços de grande interesse, como a serra do Cando ou as Branhas de Gestoso.

10 E 11 DE JANEIRO
Roteiro pola comarca do Návia-Eu. Serra da Penouta:


  • Sábado 10: Faremos a primeira etapa de 18km. Durmira-se numha antiga escola de Indianos em Doiras (Concelho de Boal) no interior ou fora de tenda de campismo. A altura máxima que alcançaremos será 950 metros. Boa parte das montanhas as que subiremos caracterízan-se por romper coa paisagem mais habitual dos montes galegos e som com maiores pendentes e cúmios de pedra caliza.
  • Domingo 11: A segunda etapa é de baixa intensidade de 12 Km. Toparemos bastantes mámoas e túmulos funerários. A volta do segundo dia percorrera-se as beiras do rio Návia com frondosas fragas.
Material: Levade roupa para montanha baixa ainda que pode que nos topemos com pequenos tramos de neve pola época do ano na que iremos. Comprobade o tempo que vai fazer os dias anteriores. Levade tenda (nom caminharemos coas tendas, deixarán-se no sitio de dormida para a noite).
Contacto: 649 536 270 de manhá ou polo serám.
Dificuldade: Media.

ADIADO ROTEIRO POLOS AQUILANOS
Zona dos Montes Aquilanos:

SAÍDA: Será numha fin de semana más ainda sem concretar. A saída farémola umha
sexta feira, desde Monforte polo serám.
RETORNO: domingo, ao meio-dia
  • Sexta: Para poder comezar a caminhar cedo durmira-se já nas redondezas dos Aquilanos (baixo teito e no chao) nas imediaçons dos montes. Isto facilitará madrugarmos no sábado para poder chegar desde a Aquiana (1849 m) até a Cabeça d´Égua (2134 m) e depois voltar.
  • Sábado: Saída desde a Aquiana até Cabeça d´Egua (2134m) e volta. A distância total e de 18 quilómetros. Dormida em tenda de campismo (nom a carregaremos durante a marcha).
  • Domingo: Pequena andaina de manhá polas Penas de Ferradilho. Retorno o mesmo domingo 30 ao meio-dia.
Para termos um maior conhecemento da zona que imos visitar é conveniente revisar a resenha da primeira marcha da AMAL (http://aguaslimpas.blogspot.com/2005_11_01_archive.html ), já que umha parte do roteiro é repetiçom de aquela.

COMIDA: será preciso levar comida para sexta à noite, almoço do sábado e jantar (para levar durante a marcha), almoço e jantar do domingo. Na ceia do sábado serviremos qualquer tipo de sopa, mas cada quem levará onde comê-la (prato, taça, culher...) e se se quere pam para acompanhar, também.

OUTROS: Quase com certeza que daremos com neve, polo que deveremos ir com o material adequado.
-Tenda de campismo, saco-cama, mantas...
-Roupa de abrigo (casaco, luvas pucho....) e mudas. Polainas ou calças impermeáveis (para andar por neve é bom impedir que esta entre nas botas, polo que mesmo com sacas plásticas se podem improvisar umhas polainas para quem nom tiver).
-Lámpadas: para remexer-se na ceia. Trazei as que tenhais pois nunca sobram.
- Garrafas ou cantimploras de auga.

IMPORTANTE: Confirmar assistência antes da quinta, para poder calcular a ceia do sábado. Para fazê-lo enviai e-mail com os vossos nomes ou avisai qualquer responsável da Agrupaçom. Nom garantimos ceia para quem nom se anotar.
Contacto: 988 28 00 11 de segundas a sextas entre 16:00 e 19:00.
Dificuldade: Media-alta. Roteiro de neve e de altura.


14 E 15 DE FEVEREIRO
Maciço de Trevinca e Teixadal de Casaio: Contacto: 988 28 0011 de segundas a sextas entre 16:00 e 19:00.
Dificuldade: Media-alta. Roteiro de neve e de altura.

FÉRIAS DE PÁSCOA
Rota ciclo-turista do rio Lima:Iremos até Tui pola beira portuguesa.
Contacto: Miguel Ourense.

7 E 8 DE MAIO
Monte do Invernadoiro:
Visita a Áugas Limpas.
Contacto: Estrela ou Curto.

SETEMBRO
Acampamento de Montanha 2009:
Possivelmente seja na Seabra. A concretar os datos em datas mais próximas ao acampamento.

13 de dezembro de 2008

A história das cousas

Documentário sobre o sistema de produçom capitalista e a sua insustentavilidade. O proceso lineal de extraçom, produçom, distribuiçom e consumo baseado no crecemento perpetuo propio do capitalismo, nom tem en conta que os recursos da terra som limitados: Nom é posível um sistema lineal num planeta finito.

Os capítulos 1 a 4 descrebem a extraçom, produçom e distribuiçom capitalista

Os capítulos 5 e 6 da "Historia das cousas" descrebem a sociedade de consumo na que vivemos:


No último capítulo descrébese brevemente as luitas e as solucións ja em andamento:

A gerrilha da comunicaçom

12 de dezembro de 2008

A historia das cousas

Documentário sobre o sistema de produçom capitalista e a sua insustentavilidade. O proceso lineal de extraçom, produçom, distribuiçom e consumo baseado no crecemento perpetuo propio do capitalismo, nom tem en conta que os recursos da terra som limitados: Nom é posível um sistema lineal num planeta finito.

Este é o documentario ao completo de 20 minutos de duraçom:


Os capítulos 1 a 4 descrebem a extraçom, produçom e distribuiçom capitalista:


Os capítulos 5 e 6 da "Historia das cousas" descrebem a sociedade de consumo na que vivemos:


No último capítulo descrébese brevemente as luitas e as solucións ja em andamento:

10 de dezembro de 2008

Calendario dos vindeiros roteiros

Iremos completando a informaçom segundo se acheguem as datas dos roteiros.

ADIADO ROTEIRO POLOS AQUILANOS
Zona dos Montes Aquilanos:

SAÍDA:
sexta feira, desde Monforte polo serám.
RETORNO: domingo, ao meio-dia
  • Sexta: Para poder comezar a caminhar cedo durmira-se já nas redondezas dos Aquilanos (baixo teito e no chao) nas imediaçons dos montes. Isto facilitará madrugarmos no sábado para poder chegar desde a Aquiana (1849 m) até a Cabeça d´Égua (2134 m) e depois voltar.
  • Sábado: Saída desde a Aquiana até Cabeça d´Egua (2134m) e volta. A distância total e de 18 quilómetros. Dormida em tenda de campismo (nom a carregaremos durante a marcha).
  • Domingo: Pequena andaina de manhá polas Penas de Ferradilho. Retorno o mesmo domingo 30 ao meio-dia.
Para termos um maior conhecemento da zona que imos vissitar é conveniente revisar a resenha colgada na primeira marcha da AMAL (http://aguaslimpas.blogspot.com/2005_11_01_archive.html ), já que a parte do riteiro é umha repetiçom de aquela.

COMIDA: será preciso levar comida para sexta à noite, almoço do sábado e jantar (para levar durante a marcha), almoço e jantar do domingo. Na ceia do sábado serviremos qualquer tipo de sopa, mas cada quem levará onde comê-la (prato, taça, culher...) e se se quere pam para acompanhar, também.

OUTROS: Quase com certeza que daremos com neve, polo que deveremos ir com o material adecuado.
-Tenda de campismo, saco-cama, mantas...
-Roupa de abrigo (casaco, luvas pucho....) e mudas. Polainas ou calças impermeáveis (para andar por neve é bom impedir que esta entre nas botas, polo que mesmo com sacas plásticas se podem improvisar umhas polainas para quem nom tiver).
-Lámpadas: para remexer-se na ceia. Trazei as que tenhais pois nunca sobram.
- Garrafas ou cantimploras de auga.

IMPORTANTE: Confirmar assistência antes da quinta, para poder calcular a ceia do sábado. Para fazê-lo enviai e-mail com os vossos nomes ou avisai qualquer responsável da Agrupaçom. Nom garantimos ceia para quem nom se anotar.
Contacto: 988 28 00 11 de segundas a sextas entre 16:00 e 19:00.
Dificuldade: Media-alta. Roteiro de neve e de altura.



MES DE DEZEMBRO
Roteiro pola comarca do Deça-Taveirós:
Roteiro organizado pola Comarcal de Compostela de AMAL. Por concretar a ruta. Contacto: 606 359 166. De segundas a sextas entre 14:30 a 15:30 e entre 22:30 e 23:30.
Dificuldade: Media-baixa.

10 E 11 DE JANEIRO
Roterio pola comarca do Návia-Eu. Serra da Penouta:

  • Sábado 10: Faremos a primeira etapa de 18km. Durmira-se numha antiga escola de Indianos em Doiras (Concelho de Boal). A altura máxima que alcançaremos serám 950 metros. Boa parte das montanhas as que subiremos caracterízan-se por romper coa paisagem mais habitual dos montes galegos e som com maiores pendentes e cúmios de pedra caliza.
  • Domingo 11: A segunda etapa é de baixa intensidade de 12 Km. Toparemos bastantes mámoas e túmulos funerários. A volta do segundo dia percorrera-se as vieras do rio Návia com frondosas fragas.
Material: Levade roupa para montanha baixa ainda que pode que nos atopemos com pequenos tramos de neve pola época do ano na que iremos. Comprobade o tempo que vai fazer os dias anteriores. Levade tenda (nom caminharemos coas tendas, deixarán-se no sitio de dormida para a noite).
Contacto: 649 536 270 de manhá ou polo serám.
Dificuldade: Media.

14 E 15 DE FEVEREIRO
Maciço de Trevinca e Teixadal de Casaio: Contacto: 988 28 0011 de segundas a sextas entre 16:00 e 19:00.
Dificuldade: Media-alta. Roteiro de neve e de altura.

FÉIRAS DE PÁSCUA
Ruta cicloturista do rio Lima:Iremos até Tui pola beira portuguesa.
Contacto: Miguel Ourense.

7 E 8 DE MAIO
Monte do Invernadoiro:
Visita a Áugas Limpas.
Contacto: Estrela ou Curto.

SETEMBRO
Acampamento de Montanha 2009:
Possivelmente seja na Seabra. A concretar os datos em datas mais próximas ao acampamento.

3 de dezembro de 2008

TOD@S A COMPOSTELA O SÁBADO 6 DE DEZEMBRO

A Causa Galiza convoca a toda a cidadanía galega a mostrar o rexeitamento á constitución española e o apoio ao dereito de autodeterminación mobilizandose o próximo 6 de Decembro ás 13:30 na praza do Toural, en Compostela. Con esta iniciativa, Causa Galiza continúa co seu papel de realizar actos conxuntos que reúnan a todas as persoas, colectivos, organizacións e forzas políticas do soberanismo de esquerdas do país, nunha visibilización do dereito galego á autodeterminación.


Manifesto de Causa Galiza para a mobilizaçom deste sábado 6 de Dezembro

A Constitucion Española significou a proibicion expresa do exercício á soberania nacional e do dereito a autodeterminacion do pobo galego. Privou-nos da posibilidade de decidirmos cal é a relacion que queremos manter co resto dos pobos. Esta limitacion está na raiz das agresions que ao longo destes 30 anos sufriu Galiza e o seu pobo traballador.

Temos na memória colectiva un dos ataques mais recentes, a desfeita do Prestige e o atentado que supuxo a resposta dada desde o goberno español do PP e da Xunta de Fraga. Quen pensase que despois da grande mobilizacion do pobo galego contra ese atentado, a situacion melloraría, erraba. Os alicerces da política defendida polo PP, o chamado “plan Galicia”, conforman tamen os eixos da política aplicada pola Xunta actual do PSOE-BNG: a Cidade da Cultura, o AVE/TAV, o Porto Exterior da Coruña, a privatizacion dos servizos públicos, o plano acuícola, o plano eólico, etc., son só exemplos da perenne teima que teñen os partidos españolistas e autonomistas en daren voltas sobre cuestions accesórias, no canto de abordar a centralidade da nosa problemática económica.

A actual crise do modelo económico imperante, o capitalismo, ten motivado a aplicacion de políticas destinadas a resgatar ás grandes entidades financeiras e ás elites empresariais, favorecendo a concentracion e centralizacion de capitais e o fortalecimento do carácter centralista do Estado. A clase traballadora galega conforma o 70% da poboacion activa e vai padecer a aplicacion desta política deseñada ao servizo da clase empresarial através dos despidos e da destrucion de emprego, da conxelacion salarial, do incremento da xornada laboral, da perda de poder adquisitivo, etc., co silencio complice da Xunta Bipartita. As tímidas propostas esbozadas pólo autonomismo e dirixidas a fortalecer a capacidade financeira ou a impulsar o crédito publico obvian a potencialidade positiva que teria unha abordaxe da crise recuperando as propostas soberanistas nos planos fiscais, de planificacion económica e industrial ou de relacions comercias exteriores. Ao igual que noutros entornos, o diñeiro para subsidiar esas políticas de socorro ao capital vai sair dos petos do pobo traballador. O impulso do AVE supon a desaparicion do tren de proximidades, esencial para integrar social e economicamente as comarcas, vilas e cidades da Galiza. Nesta altura, 120 mil galegos deixaran de ter acceso ao tren para ir o traballo ou estudar, co peche efectivo de 11 estacions no Eixo Atlantico, nun plano concibido para subsidiar ás grandes construtoras, e que só serve para desestruturar Galiza, favorecer o turismo de fin de semana e a emigracion, e deixar as comunicacions internas nas mans do modelo espoliador das auto-estradas e do transito rodado. Asistimos, ademais, ao repunte das posicions belixerantes contra o idioma como signo de identidade do noso pobo. A campaña polo “bilingüismo”, ou a defensa desde as institucions da falácia do “bilingüismo harmónico” pretenden impulsar a integracion de Galiza no Estado, e de reforzar a percepcion do noso idioma como língua de segunda categoria.

Neste cadro, a autodeterminacion, é dicer, o exercício da soberania nacional, convirte-se nunha necesidade para que o pobo traballador galego se poda defender de ataques a elementos básicos da sua coesion. A soberania nacional ligase á capacidade de decidir os eixos do nosso desenvolvimento. É por isso que non temos nada que celebrar no aniversario da Constitucion “borbonica”, que so serviu para manter a opresion nacional da Galiza e frear o seu desenvolvemento. Unha Constitucion herdeira do rexime franquista que se baseou nunha Lei de Punto Final que foi a amnistía aos criminais da ditadura, hoxe cuestionada por todos os organismos de dereitos humanos, e o mantemento das súas institucions fundamentais. O camiño da soberania nacional só pode ser o de manter e fortalecer a loita póla autodeterminacion. Para desenvolve-la é preciso xuntar ás forzas sociais e sindicais nunha política de esquerda e soberanista que enfronte decididamente o rearme centralizador do Estado.

Galiza, 6 de Decembro de 2008

LIGAÇOM COA WEB DE CAUSA GALIZA: http://causagz.org/


2 de dezembro de 2008

TOD@S A COMPOSTELA ESTE SÁBADO 6 DE DEZEMBRO

A Causa Galiza convoca a toda a cidadanía galega a mostrar o rexeitamento á constitución española e o apoio ao dereito de autodeterminación mobilizandose o próximo 6 de Decembro ás 13:30 na praza do Toural, en Compostela. Con esta iniciativa, Causa Galiza continúa co seu papel de realizar actos conxuntos que reúnan a todas as persoas, colectivos, organizacións e forzas políticas do soberanismo de esquerdas do país, nunha visibilización do dereito galego á autodeterminación.


Manifesto de Causa Galiza para a mobilizaçom deste sábado 6 de Dezembro

A Constitucion Española significou a proibicion expresa do exercício á soberania nacional e do dereito a autodeterminacion do pobo galego. Privou-nos da posibilidade de decidirmos cal é a relacion que queremos manter co resto dos pobos. Esta limitacion está na raiz das agresions que ao longo destes 30 anos sufriu Galiza e o seu pobo traballador.

Temos na memória colectiva un dos ataques mais recentes, a desfeita do Prestige e o atentado que supuxo a resposta dada desde o goberno español do PP e da Xunta de Fraga. Quen pensase que despois da grande mobilizacion do pobo galego contra ese atentado, a situacion melloraría, erraba. Os alicerces da política defendida polo PP, o chamado “plan Galicia”, conforman tamen os eixos da política aplicada pola Xunta actual do PSOE-BNG: a Cidade da Cultura, o AVE/TAV, o Porto Exterior da Coruña, a privatizacion dos servizos públicos, o plano acuícola, o plano eólico, etc., son só exemplos da perenne teima que teñen os partidos españolistas e autonomistas en daren voltas sobre cuestions accesórias, no canto de abordar a centralidade da nosa problemática económica.

A actual crise do modelo económico imperante, o capitalismo, ten motivado a aplicacion de políticas destinadas a resgatar ás grandes entidades financeiras e ás elites empresariais, favorecendo a concentracion e centralizacion de capitais e o fortalecimento do carácter centralista do Estado. A clase traballadora galega conforma o 70% da poboacion activa e vai padecer a aplicacion desta política deseñada ao servizo da clase empresarial através dos despidos e da destrucion de emprego, da conxelacion salarial, do incremento da xornada laboral, da perda de poder adquisitivo, etc., co silencio complice da Xunta Bipartita. As tímidas propostas esbozadas pólo autonomismo e dirixidas a fortalecer a capacidade financeira ou a impulsar o crédito publico obvian a potencialidade positiva que teria unha abordaxe da crise recuperando as propostas soberanistas nos planos fiscais, de planificacion económica e industrial ou de relacions comercias exteriores. Ao igual que noutros entornos, o diñeiro para subsidiar esas políticas de socorro ao capital vai sair dos petos do pobo traballador. O impulso do AVE supon a desaparicion do tren de proximidades, esencial para integrar social e economicamente as comarcas, vilas e cidades da Galiza. Nesta altura, 120 mil galegos deixaran de ter acceso ao tren para ir o traballo ou estudar, co peche efectivo de 11 estacions no Eixo Atlantico, nun plano concibido para subsidiar ás grandes construtoras, e que só serve para desestruturar Galiza, favorecer o turismo de fin de semana e a emigracion, e deixar as comunicacions internas nas mans do modelo espoliador das auto-estradas e do transito rodado. Asistimos, ademais, ao repunte das posicions belixerantes contra o idioma como signo de identidade do noso pobo. A campaña polo “bilingüismo”, ou a defensa desde as institucions da falácia do “bilingüismo harmónico” pretenden impulsar a integracion de Galiza no Estado, e de reforzar a percepcion do noso idioma como língua de segunda categoria.

Neste cadro, a autodeterminacion, é dicer, o exercício da soberania nacional, convirte-se nunha necesidade para que o pobo traballador galego se poda defender de ataques a elementos básicos da sua coesion. A soberania nacional ligase á capacidade de decidir os eixos do nosso desenvolvimento. É por isso que non temos nada que celebrar no aniversario da Constitucion “borbonica”, que so serviu para manter a opresion nacional da Galiza e frear o seu desenvolvemento. Unha Constitucion herdeira do rexime franquista que se baseou nunha Lei de Punto Final que foi a amnistía aos criminais da ditadura, hoxe cuestionada por todos os organismos de dereitos humanos, e o mantemento das súas institucions fundamentais. O camiño da soberania nacional só pode ser o de manter e fortalecer a loita póla autodeterminacion. Para desenvolve-la é preciso xuntar ás forzas sociais e sindicais nunha política de esquerda e soberanista que enfronte decididamente o rearme centralizador do Estado.

Galiza, 6 de Decembro de 2008

LIGAÇOM COA WEB DE CAUSA GALIZA: http://causagz.org/

Detalhes para o Acampamento 2017 Olá montanheiras! Já está toda pronto para o acampamento: esta sexta-feira, dia 15 de S...