18 de agosto de 2008

Acampamento de montanha: Defesa da terra, historia e anti-consumismo


A Agrupaçom de Montanha “Augas Limpas” dá continuidade às suas actividades de Verao. Se o ano passado organizávamos umha marcha todo ao longo da Dorsal Galega, denunciando a desfeita ambiental que estraga as serras galegas, neste ano convocamos um acampamento de montanha.

Encontro na serra:

As datas escolhidas som o 19, 20 e 21 de Setembro, justo os últimos dias de Verao. O lugar é o concelho de Sam Joám de Rio, no coraçom dumha das comarcas montanhosas mais senlheiras: Terras de Trives. O pequeno território de Sam Joám de Rio situa-se entre a serra de Castrelo e o monte Cerengo, com mais de 1200 metros de altitude. Ao norte, linda com Ribas de Sil, ao oeste com Castro Caldelas, ao suroeste com Chandreja de Queija e ao sul com a Póvoa de Trives. O rio mais importante do concelho é o Navea.

Sam Joám de Rio tem a sua capital no lugar do Campo, ao que se chega pola estrada comarcal 536 (de Ourense à Rua). Se vés do norte do país, podes chegar pola N-120, atravessando a Serra da Moa.

O território da Moa assenta numha planície de 900 metros de altura média, da Serra da Moa até o rio Navea. Como é habitual nestas zonas, a paisagem conforma-a um hábitat de aldeinhas dispersas e espalhadas. Nove parróquias dividem o concelho, que soma em total 69 núcleos habitados.

Sam Joám de Rio nom se livra do devalar demográfico e económico de todo o interior do país. Desde 1991 a 2007 perdeu umha terceira parte dos seus habitantes. Hoje apenas passa dos 800.

História:

Faltam muitos estudos sobre esta zona. Contodo, podemos dizer que se atopárom pegadas mui marcadas da civilizaçom do Ferro e a cultura castreja, como também dos seus antecessores megalíticos. Na serra da Moa existem restos de numerosas “mamoinhas”, que é como se conhecem nesta área, e que estám feitas de pedra gistosa.

Os romanos deixárom a sua marca perdurável na ponte sobre o rio Navea, pois tinham especial interesse no nosso país, sobretodo para saquear o ouro. (Ainda podemos conhecer alguns miliários que deixárom na zona em homenagem ao emperador). A ponte, tal como a vemos hoje, mostra um arco apontado, que nos indica que foi modificada no século XVI, junto com umha capela que servia de refúgio a peregrinos.

Ainda resta por recuperar muito da história mais recente desta comarca, que de seguro está na memória dos mais velhos. As Terras de Trives fôrom espaço de actuaçom da Federaçom de Guerrilhas de Leom-Galiza até a sua dissoluçom em 1946, e do Exército Guerrilheiro da Galiza durante a segunda metade dessa década.

Actividades:

Convocamos a três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha terra que se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, mas está a padecer a falta de atençom e despovoa-se irremisivelmente. Queremos que estas dias sirvam tanto para os visitantes como para quem nos recebem. Nem cumpre dizer que é obrigado deixar todo como o topamos, ou ainda melhor.

Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater o sentido de palavras como “ecologismo”, “decrescimento” ou ambientalismo; e também para conhecermos de primeira mao que alternativas existem de fixaçom de gente na montanha e na Galiza interior, e que formas de vida anticonsumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências. O calendário de actividades que agendamos vai nesta direcçom.

Calendário:

Sexta 19, Sábado 20 e Domingo 21 de setembro.

Como apontar-se?

Podes apontar-se ao acampamento em qualquer dos centros sociais galegos antes do dia 10 de Setembro, deixando o teu nome e um número de telefone. O preço das jornadas será de 20 euros, para afrontarmos gastos de transporte, comida alojamento.

Quem nom tiver um centro social no seu concelho, pode chamar ao 649 536 270.

Se finalmente se fleta um autocarro para a viagem, faremos-vo-lo saber individualmente a cada umha das pessoas inscritas.

Que precisas?

Por suposto, tenda de campanha e roupa de monte (apenas botas, prendas resistentes e mudas, deixa-te de marcas e consumo “decatlon”). Umha linterna, se podes uns prismáticos, navalha e pequeno botiquim. Nom te preocupes da comida, que disso já se encarrega a organizaçom. Ainda que che pareça mentira, nom precisas praticamente dinheiro, porque na montanha consume-se pouco. Umhas poucas moedinhas por se precisas fazer umha chamada de urgência dum telefone público (no monte tampouco se precisa móbil).

Isso si: som obrigatórias as ganhas de andar, certa forma física, as ánsias por conhecer a nossa Terra, e energias para contribuir a esta comunidade de resistência polo nosso país.

Roteiro nocturno pola Serra do Galinheiro


A marcha polo Galinheiro até o Monte Aloia foi o único roteiro que se fijo este verao desde a Agrupaçom de Montanha Águas Limpas. Foi um roteiro nocturno, de perto de 9km, em que percorremos todos os cumes dos montes da Comarca de Vigo, até chegarmos a Tui.
O Galinheiro é um monte muito transitado pola populaçom viguesa, tanto para fazer escalada, como sendeirismo. Tem umha altitude de 709m, e desde o cume pode-se ver Baiona, as maravilhosas Ilhas Cies, a Ria de Vigo, a de Ponte-Vedra e até a Ria de Arouça, se acompanha um dia claro.
O roteiro começamo-lo desde o Galinheiro, (nom precisamos culminá–lo para poder começar a marcha), observamos inicialmente as incríveis vistas das Cies e dos pequenos coutos que arrodeiam o nosso querido Galinheiro. Toda vez iniciada a marcha, perto do Monte Arruídos, começam-se a ver as aberraçons deste sistema explorador anti-ecologista, devido às canteiras da Comarca que fijerom desaparecer grande parte dos montes do Porrinho e as Gándaras.
Mais ou menos pola metade do roteiro, já adentrados em Clavadouros, atopamo-nos com umhas das vistas mais impressionantes de todo o caminho, dentro do Concelho de Nigrám, onde se podem ver as Ilhas Cies com umha perspectiva difícil de atopar desde outros coutos, pois olha-se a Ilha Sul desde o Oeste. É claro que o roteiro foi de noite, assim que estas vistas forom complexas de desfrutar... ainda que tenhen a sua magia também, o tempo nom nos ajudou muito.
Na fase final do roteiro, já perto do destino final do Monte Aloia, considerado Parque Natural, polas serras do Pouso dos Cabreiros o tempo nom nos acompanhou, tivemos um nevoeiro-poalha bastante espessa, que nom nos permitiu gozar afinal das vistas.
Avistarmos a Pedra do Acordo indica-nos a chegada ao Aloia, que recebe este nome devido a que antigamente se reuniam os responsáveis dos Concelhos de Tui, Gondomar e do Porrinho para a toma de decissons.
O Concelho de Tui, pertence ao chamado Baixo Minho, onde se pode desfrutar de todo o percurso do rio até a desembocadura no Oceano Atlântico, onde está o Monte de Santa Tegra, muito conhecido polas suas apaijonantes vistas, que separa a nossa Galiza do país vizinho, Portugal. Mas isso ficará para outro roteiro! Esta vez de dia, para comprovarmos que é igual ou mais bonito que todo o que estivemos a observar ao redor neste fantástico roteiro nocturno, que nos fijo conectar coa realidade da natureza, acompanhados da magia da lua cheia de verao.



A grupo de Vigo de AMAL organizou este roteiro em agosto de 2008 pola serra do Galinheiro. Começando a sexta-féira 15 de Agosto e com actividades programadas para o Sábado 16:

5 de agosto de 2008

Acampamento de montanha: Defesa da terra, historia e anti-consumismo


A Agrupaçom de Montanha “Augas Limpas” dá continuidade às suas actividades de Verao. Se o ano passado organizávamos umha marcha todo ao longo da Dorsal Galega, denunciando a desfeita ambiental que estraga as serras galegas, neste ano convocamos um acampamento de montanha.

Encontro na serra:

As datas escolhidas som o 19, 20 e 21 de Setembro, justo os últimos dias de Verao. O lugar é o concelho de Sam Joám de Rio, no coraçom dumha das comarcas montanhosas mais senlheiras: Terras de Trives. O pequeno território de Sam Joám de Rio situa-se entre a serra de Castrelo e o monte Cerengo, com mais de 1200 metros de altitude. Ao norte, linda com Ribas de Sil, ao oeste com Castro Caldelas, ao suroeste com Chandreja de Queija e ao sul com a Póvoa de Trives. O rio mais importante do concelho é o Navea.

Sam Joám de Rio tem a sua capital no lugar do Campo, ao que se chega pola estrada comarcal 536 (de Ourense à Rua). Se vés do norte do país, podes chegar pola N-120, atravessando a Serra da Moa.

O território da Moa assenta numha planície de 900 metros de altura média, da Serra da Moa até o rio Navea. Como é habitual nestas zonas, a paisagem conforma-a um hábitat de aldeinhas dispersas e espalhadas. Nove parróquias dividem o concelho, que soma em total 69 núcleos habitados.

Sam Joám de Rio nom se livra do devalar demográfico e económico de todo o interior do país. Desde 1991 a 2007 perdeu umha terceira parte dos seus habitantes. Hoje apenas passa dos 800.

História:

Faltam muitos estudos sobre esta zona. Contodo, podemos dizer que se atopárom pegadas mui marcadas da civilizaçom do Ferro e a cultura castreja, como também dos seus antecessores megalíticos. Na serra da Moa existem restos de numerosas “mamoinhas”, que é como se conhecem nesta área, e que estám feitas de pedra gistosa.

Os romanos deixárom a sua marca perdurável na ponte sobre o rio Navea, pois tinham especial interesse no nosso país, sobretodo para saquear o ouro. (Ainda podemos conhecer alguns miliários que deixárom na zona em homenagem ao emperador). A ponte, tal como a vemos hoje, mostra um arco apontado, que nos indica que foi modificada no século XVI, junto com umha capela que servia de refúgio a peregrinos.

Ainda resta por recuperar muito da história mais recente desta comarca, que de seguro está na memória dos mais velhos. As Terras de Trives fôrom espaço de actuaçom da Federaçom de Guerrilhas de Leom-Galiza até a sua dissoluçom em 1946, e do Exército Guerrilheiro da Galiza durante a segunda metade dessa década.

Actividades:

Convocamos a três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha terra que se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, mas está a padecer a falta de atençom e despovoa-se irremisivelmente. Queremos que estas dias sirvam tanto para os visitantes como para quem nos recebem. Nem cumpre dizer que é obrigado deixar todo como o topamos, ou ainda melhor.

Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater o sentido de palavras como “ecologismo”, “decrescimento” ou ambientalismo; e também para conhecermos de primeira mao que alternativas existem de fixaçom de gente na montanha e na Galiza interior, e que formas de vida anticonsumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências. O calendário de actividades que agendamos vai nesta direcçom.

Calendário:

Sexta 19, Sábado 20 e Domingo 21 de setembro.

Como apontar-se?

Podes apontar-se ao acampamento em qualquer dos centros sociais galegos antes do dia 10 de Setembro, deixando o teu nome e um número de telefone. O preço das jornadas será de 20 euros, para afrontarmos gastos de transporte, comida alojamento.

Quem nom tiver um centro social no seu concelho, pode chamar ao 649 536 270.

Se finalmente se fleta um autocarro para a viagem, faremos-vo-lo saber individualmente a cada umha das pessoas inscritas.

Que precisas?

Por suposto, tenda de campanha e roupa de monte (apenas botas, prendas resistentes e mudas, deixa-te de marcas e consumo “decatlon”). Umha linterna, se podes uns prismáticos, navalha e pequeno botiquim. Nom te preocupes da comida, que disso já se encarrega a organizaçom. Ainda que che pareça mentira, nom precisas praticamente dinheiro, porque na montanha consume-se pouco. Umhas poucas moedinhas por se precisas fazer umha chamada de urgência dum telefone público (no monte tampouco se precisa móbil).

Isso si: som obrigatórias as ganhas de andar, certa forma física, as ánsias por conhecer a nossa Terra, e energias para contribuir a esta comunidade de resistência polo nosso país.

28 de junho de 2008

Crónica do roteiro pola Serra da Capelada


O último roteiro foi dos mais nortenhos que tem realizado a Agrupaçom de montanha e o único em que figemos o percurso pola beira do mar.

A saida figemo-la do mosteiro de Santo André de Teijido, cheio como sempre de turistas espanhois e devotos que andam à procura dum pouco de paz longe do ruido e das aglomeraçons do entorno urbano e o que conseguem cos seus carros, autocarros, berros e multitude é fazer de Santo André mais um espaço colonizado.

Saindo de Santo André caminhamos polo cordal em que pudemos gozar dumhas impressionantes vistas dos cantis que caem até a beira do mar. A Serra da Capelada estende-se em direcçom Sudoeste (nordeste da vila de Cedeira até o cabo Ortegal). Foi este o percurso que figemos. Chega a alturas em montes mui perto da beira do mar como o Monte Miranda (545 metros), sobre a paróquia da Pedra, os montes de Landoi e os penedos de Santo Adriam (com quase 600 metros) na paróquia de Veiga.

O percurso figemo-lo de vagar e parando-nos muito nas vistas que na segunda etapa, já de tarde, o nevoeiro cobriu os baixos da Serra, o que fijo ainda mais impressionante a paisagem.

Com umha altura máxima de 620 metros na caserna de vigilância de ponta Herbeira e paredes verticais de mais de 500 metros, som estes os cantis mais elevados da Europa ocidental. Por diante dos conhecidos cantis de Moher, face às Ilhas de Aran (na república da Irlanda) que levam a fama mas que som superados em altura polos desta impressionante Serra galega.

Ao avançar da tarde, chegamos a um ponto onde era já seguro que se nom dávamos volta teríamos que fazer boa parte do percurso de volta de noite. Logo dum debate entre os 14 montanheiros que formávamos o grupo, quatro montanheiros decidiram avançar sem mochilas para valorar a possibilidade de rematar o roteiro. Logo de 20 minutos caminhando, este grupo conseguiu chegar até um ponto onde podiam ver o remate da serra no Cabo Ortegal. Logo dumha pequena conversa decidiram tirar a sorte quem desses quatro montanheiros seriam os que voltariam com o resto até Santo André e cales seguiriam até o cabo Ortegal.

Os dous afortunados que sairom elegidos para continuarem até o Cabo Ortegal puderam gozar dumhas das vistas mais impressionantes do roteiro: Os Agilhons, três pequenas ilhas de pedra piramidais chantadas face ao faro que segundo a lenda, som os cascos de três cavaleiros da idade media que afundiram neste ponto. As referências aos Agilhons datam já dos gregos como ponto estratégico para a navegaçom. Este Cabo é considerado geograficamente como a separaçom entre o Océano Atlántico e o Mar Cantábrico.

Pudemos também divisar da altura as estibacións finais da Serra da Faladoira, esta serra já conhecida pola agrupaçom porque figemos o último roteiro da “Marcha pola Dorsal Galega” por ela, era visível o seu trajecto cara Estaca de Bares. Da Serra da Faladoira partem cara ao oeste outras ramificaçons como os Montes de Rande e do Feo (510 metros), até Ladrido e Espasante. Cara ao norte atopamos os montes de Devesos e Sam Paio, próximos a Ortigueira. Nesta zona passam a chamar-se Montes do Cancelo, Montes do Ermo e Pico de Taboada (540 metros), polo oeste cara Mera.

Ao rematarmos figemos um jantar de confraternizaçom na vila de Cedeira logo de ir buscar aos únicos dous montanheiros que chegaram até o Cabo Ortegal. Ali pugemos umhas faixas para lembrar que a eucaliptizaçom do pais, os parques eólicos e as canteiras a céu aberto estam a destruir a Serra da Capelada, a Serra da Faladoira e a nossa terra.

A noite pasamo-la no refugio que AMAL tem em Ferrolterra e ao dia seguinte, domingo de manhá, preparamos o refugio para o fazer habitável para próximas actividades da Agrupaçom.































10 de junho de 2008

MARCHA ANTI-AVE


o sábado 21 de Junho a Agrupaçom de montanha "Áugas Limpas" organiza um percurso em bici lúdico-reivindicativo que tem como objectivo conhecer a comarca de Ourense e denunciar as agressons que suponhem as obras para o passo do AVE.

DIA: SÁBADO 21 DE JUNHO

SAÍDA: ÀS 9 DA MANHÁ DO PAVILHOM DOS REMÉDIOS

PERCORRIDO: OURENSE-AMOEIRO-OURENSE
REALIZARÁ-SE EM BICI

PARA MAIS INFORMAÇOM CONTACTAR EM aguaslimpas@gmail.com

MARCHA ANTI-AVE


o sábado 21 de Junho o "Comando Ourense" da Agrupaçom de montanha "Áugas Limpas" organiza um percurso em bici lúdico-reivindicativo que tem como objectivo colhecer a comarca de Ourense e conhecer as agressons que supunhem as obras de construiçons do AVE. Meio de transporte eletista que nom é necesario.

DIA: SÁBADO 21 DE JUNHO

SAÍDA: ÀS 9 DA MANHÁ DO PAVILHOM DOS REMÉDIOS

PERCORRIDO: OURENSE-AMOEIRO-OURENSE
REALIZARÁ-SE EM BICI

PARA MAIS INFORMAÇOM CONTACTAR EM aguaslimpas@gmail.com

MARCHA ANTI-AVE


o sábado 21 de Junho o "Comando Ourense" da Agrupaçom de montanha "Áugas Limpas" organiza um percurso em bici lúdico-reivindicativo.

DIA: SÁBADO 21 DE JUNHO

SAÍDA: ÀS 9 DA MANHÁ DO PAVILHOM DOS REMÉDIOS

PERCORRIDO: OURENSE-AMOEIRO-OURENSE
REALIZARÁ-SE EM BICI

PARA MAIS INFORMAÇOM CONTACTAR EM aguaslimpas@gmail.com

4 de junho de 2008

Tod@s a Ferrol o 8 de xunho

A PLANTA DE GAS NOM É NECESARIA


Manifesto de AMAL para a manifestaçom contra a Planta de Gas de Mugardos:

NOM À PLANTA DE GÁS, NEM DENTRO NEM FORA DA RIA

A planta de gás é consequência da submissom de Ferrolterra e da Galiza aos interesses de umha empresa privada e do governo espanhol.

* A necessidade da planta de Gás só se explica polo crescimento das cifras macroeconômicas que leva implícito o capitalismo e os interesses de crescimento do governo espanhol. Nom é indispensável nem para a Galiza nem para a comarca de Ferrolterra.

* O tratamento da Galiza como umha colónia reflicte-se no facto de produzirmos muita mais energia da que precisamos. Destrozam a nossa terra e jogam coa nossa saúde e segurança para se lucrarem.

* O desarrolhismo como ideologia imperante nom nos permite valorar objectivamente a necessidade de umha planta de gás. No entanto, umha análise do modelo político actual e a sua gestom territorial e meio-ambiental poderá indicar alternativas possíveis ao dessarrolhismo insustentável em que vivemos.

* Os governantes, submetidos aos agentes econômicos (neste caso, o Grupo Tojeiro e Reganosa), nom podem assegurar o implantaçom de um modelo alternativo à ideologia do crescimento capitalista.

* O ecologismo é contrario à economia de mercado própria do capitalismo. A sustentabilidade que requer a humanidade nom é possível dentro desse sistema econômico.

Convidamos-te a que reflexiones na deconstruçom da teoria do crescimento que defende Reganosa, as empresas privadas e os governantes que acreditam no sistema capitalista. Pensa na sustentabilidade da nossa sociedade. Renega da ideologia do crescimento e do desarrolhismo. Por um uso racional da energia.

GALIZA NOM É UMHA COLÓNIA SUBMETIDA AOS INTERESSES DO CRESCIMENTO EMPRESARIAL E ESPANHOL

POR UMHA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL: NOM À PLANTA DE GÁS.

AVANTE A RESISTÊNCIA CONTRA ESPANHA E O CAPITAL

Tod@s a Ferrol o 8 de xunho


A PLANTA DE GAS NOM É NECESARIA

8 de maio de 2008

ANUNCIO DO VINDEIRO ROTEIRO DE AMAL


Foto dos impresionantes acantilados da Serra da Capelada

AMAL organiza um roteiro pola Serra da Capelada o día 31, o último fin de semana de maio.

Saida: Ás 11h. do sábado 31 de maio.

Lugar de saida: Dende a sede da Fundaçom Artabria. (Rua Batalhons, Bairro de Esteiro, Ferrol).

Dificultade: Baixa.

Levade saco cama para passarmos a noite. Nom é precisso tenda.
TODAS A VIGO O DOMINGO 25 DE MAIO

Preme no cartaz para o ver de perto

ANUNCIO DO VINDEIRO ROTEIRO DE AMAL:

Foto dos impresionantes acantilados da Serra da Capelada

AMAL organiza um roteiro pola Serra da Capelada o día 31, o último fin de semana de maio. Nós próximos dias publicaremos mais informaçom sobre o roteiro (lugar de saida, a dificultade, percurso, etc).

X Acampamento de Verao

Como todos os últimos fins de semana do verao, reunimo-nos num par de jornadas de convívio, caminhadas, lezer e conversa, que servirá...