Bota-te ao monte!
29 de janeiro de 2013
O L.S. Faíca organiza um roteiro polo rio Jabrinha
Bota-te ao monte!
22 de janeiro de 2013
O espólio dos metais galegos: Transnacionais procuram lucros através da minaria de metais
As riquezas minerais da Galiza som conhecidas desde antigo. Os Romanos vinhérom e ficárom para explorar o ouro das nossas montanhas. Durante a Segunda Guerra Mundial, o volfrâmio galego foi cobiçado por uns e outros, e boa parte serviu para ajudar a indústria bélica do III Reich. A história da mineraçom é também a história dum espólio. As consequências dumha indústria extractiva agressiva para com o meio, pagamo-las nós. Os benefícios económicos, esses, pouco param por aqui. Várias empresas transnacionais, com a colaboraçom do Governo autónomo, estám a desenvolver dúzias de projetos mineiros na Galiza, com o único objectivo de ganharem mais.
A Junta da Galiza aumentou perceptivelmente as licenças de investigaçom geológica em território galego, licenças de que empresas transnacionais e fundos de capital de risco estrangeiros som beneficiárias em boa parte. Segundo informaçons publicadas nos últimos meses, até à data fôrom apresentados cerca de 170 pedidos de investigaçom geológica. O jornal La Voz de Galicia (5 de novembro) dedicou um suplemento especial às actividades mineiras, onde se dava conta das investigaçons que a Solid Mines España S.A.U., filial da firma de capital risco canadiana Solid Resources Ltd., está a realizar para extrair coltám, entre outros minerais metálicos. Outros projetos estám em curso. Em Corcoesto há projetos para a explorar ouro; na Serra do Galinheiro, para “terras raras”; em Viana do Bolo, para tantálio. Outros lugares estám a ser prospectados. A lista continua.
O professor de Economia Aplicada da Universidade de Santiago de Compostela, Xoán Doldán, indica que volta a haver interesse nos recursos mineiros galegos, quer na exploraçom de recursos antigos, como o ouro ou o volfrámio, quer de novos recursos, como o tantálio. No caso das antigas exloraçons mineiras, Doldán diz que essas exploraçons “fôrom a dada altura abandonadas porque deixaram de ser rendíveis, mas agora essa riqueza de mineral poderia ser interessante na situaçom do mercado dos metais a nível mundial”. Quanto ao tantálio (ou coltám, que é como se conhece quando vem associado com outros minerais), é especialmente interessante nestes momentos pola sua ligaçom à indústria eletrónica”. Doldán salienta que está a acontecer a nível global algo semelhante ao que acontece com o petróleo e que já se poderia falar dum “pico dos metais”. “Precisamente por essa escassez, jazigos minerais que noutros momentos nom teriam demasiado interesse comercial agora passam a tê-lo”, expom Doldám, “porque o preço desses minerais é o suficientemente alto para que certas exploraçons, ainda que poidam ter um rendimento baixo em termos físicos, fique compensado polos preços que tenhem no mercado".
Ouro e cianeto em Corcoesto
O projeto para abrir umha exploraçom de ouro em Corcoesto está a suscitar forte oposiçom entre a vizinhança e é talvez o projeto de mineraçom de metais que está a ser mais falado no País. Meli Souto, da Plataforma na Defensa de Corcoesto, explica que já na época romana se conhecia dos jazigos de ouro nesta zona. Nos anos 90 a Rio Narcea Gold Mines adquiriu os direitos de exploraçom e iniciou as atividades de pesquisa e tramitaçom do projeto. Em 2010 a canadiana Edgewater Exploration Ltd. adquiriu 100% da RNGM, e com isso os direitos do projeto de Corcoesto, com a finalidade de pô-lo em marcha logo que possível. “Os antecedentes som múltiplos, mas a viabilidade do projeto por causa da sua 'rendibilidade' tivo de esperar por umha situaçom económica global favorável, como a que estamos a viver na atualidade”, diz Meli Souto. E acrescenta que “houvo impedimentos para se aceder ao projeto na fase de exposiçom pública, e isso porque a Administraçom considera o projeto como Industrial Estratégico, de modo que dispugemos apenas dum mês para apresentar as alegaçons técnicas e jurídicas, juntamente com o Projeto de Exploraçom, o Estudo de Impacto Ambiental e o Plano de Restauraçom”.
Os movimentos ambientalistas mostram-se mui críticos com que se esteja a tramitar simultaneamente a declaraçom desta mina como Projeto Industrial Estratégico. Nela Aguiño, da Verdegaia, explica que “a recente ‘Lei Industrial de Galicia’ (13/2011) permite acelerar todos os trámites dos projetos considerados estratégicos e a avaliaçom ambiental fai-se polo método abreviado. Parece feita por medida para dar via livre a todas as desfeitas”. A “nom sujeiçom a licença urbanística municipal” ou “a declaraçom de prevalência sobre outras utilidades públicas” som algumas das vantagens que estabelece o artigo 42º desta lei para favorecer os projetos declarados estratégicos. Umhas das condiçons da legislaçom para que um projeto seja considerado estratégico é que este produza 250 postos de trabalho. No mês de junho, o presidente da Xunta afirmava que a nova exploraçom da mina de ouro em Corcoesto geraria 1.371 postos de trabalho. O professor Doldán diz-nos que essas cifras som falsas, pois que “em nengum documento a empresa fornece tais cifras e dá outras, das quais se deduz que nom vam chegar a esses 250, possivelmente nem se chegue aos 100 postos”.
Por outro lado, som múltiplos os efeitos prejudiciais que a mineraçom do ouro tem sobre o ambiente. As águas, sobretodo as subterrâneas, podem ser contaminadas por cianeto (substância empregada para separar o ouro), os cursos dos rios sofrerem alteraçons, as nascentes podem secar e aumentarám as emissons de rádon. Segundo expom Nela Aguiño, “as verqueduras de materiais pesados (níquel, arsénico ou chumbo) ultrapassam os limites legais. Estes metais som arrastados polas águas de escoamento e vam parar ao rio Anlhons”.
Serra do Galinheiro
O de Corcoesto é um exemplo da cobiça que está a despertar a riqueza mineira no nosso país. Mas nom é o único. A Plataforma pola Defesa da Serra do Galinheiro acaba de apresentar alegaçons ao projeto de investigaçom do potencial mineiro em terras raras que neste espaço pretende realizar a sociedade de investidores sulafricanos Umbono Capital. Segundo a Plataforma, de cada tonelada de mineral extraído e tratado obtenhem-se entre 50 e 500 gramas de óxidos de terras raras. Serám usados produtos tóxicos, alguns contendo elementos radiativos, que poderiam acabar por filtrar para o subsolo. No caso da Penouta, em Viana do Bolo, é a canadiana Pacific Strategic Mineral a interessada em extrair tantálio dumha mina que fechou nos anos 80. Aqui foi a Sociedade Galega de História Natural que saiu nos meios de comunicaçom (os meios espanhóis chegárom a mencionar este lugar como “o Congo espanhol”) para denunciar que a exploraçom mineira estava situada num lugar protegido.
Por definiçom, a atividade mineira é agressiva para com o meio. Perguntado pola possibilidade dumha minaria sustentável, o professor Xoán Doldán afirma que “a única mineraçom sustentável seria aquela em que, umha vez que som extraídos os minerais, o emprego destes se prolongasse o máximo possível”. Deste jeito, Doldán crê que há que “pensar umha mineraçom diferente, umha mineraçom do lixo. Pensar nessas outras jazidas de materiais que som os aterros ou as instalaçons de tratamento do lixo, pois acontece muitas vezes que se queima o lixo sem se aproveitarem esses materiais”.
Texto de A.L. publicado no xornal Novas da Galiza número 121 (02/02/2013).
A Junta da Galiza aumentou perceptivelmente as licenças de investigaçom geológica em território galego, licenças de que empresas transnacionais e fundos de capital de risco estrangeiros som beneficiárias em boa parte. Segundo informaçons publicadas nos últimos meses, até à data fôrom apresentados cerca de 170 pedidos de investigaçom geológica. O jornal La Voz de Galicia (5 de novembro) dedicou um suplemento especial às actividades mineiras, onde se dava conta das investigaçons que a Solid Mines España S.A.U., filial da firma de capital risco canadiana Solid Resources Ltd., está a realizar para extrair coltám, entre outros minerais metálicos. Outros projetos estám em curso. Em Corcoesto há projetos para a explorar ouro; na Serra do Galinheiro, para “terras raras”; em Viana do Bolo, para tantálio. Outros lugares estám a ser prospectados. A lista continua.
O professor de Economia Aplicada da Universidade de Santiago de Compostela, Xoán Doldán, indica que volta a haver interesse nos recursos mineiros galegos, quer na exploraçom de recursos antigos, como o ouro ou o volfrámio, quer de novos recursos, como o tantálio. No caso das antigas exloraçons mineiras, Doldán diz que essas exploraçons “fôrom a dada altura abandonadas porque deixaram de ser rendíveis, mas agora essa riqueza de mineral poderia ser interessante na situaçom do mercado dos metais a nível mundial”. Quanto ao tantálio (ou coltám, que é como se conhece quando vem associado com outros minerais), é especialmente interessante nestes momentos pola sua ligaçom à indústria eletrónica”. Doldán salienta que está a acontecer a nível global algo semelhante ao que acontece com o petróleo e que já se poderia falar dum “pico dos metais”. “Precisamente por essa escassez, jazigos minerais que noutros momentos nom teriam demasiado interesse comercial agora passam a tê-lo”, expom Doldám, “porque o preço desses minerais é o suficientemente alto para que certas exploraçons, ainda que poidam ter um rendimento baixo em termos físicos, fique compensado polos preços que tenhem no mercado".
Residuos da minária no Maçizo de Trevinca. Foto de roteiro de AMAL
O projeto para abrir umha exploraçom de ouro em Corcoesto está a suscitar forte oposiçom entre a vizinhança e é talvez o projeto de mineraçom de metais que está a ser mais falado no País. Meli Souto, da Plataforma na Defensa de Corcoesto, explica que já na época romana se conhecia dos jazigos de ouro nesta zona. Nos anos 90 a Rio Narcea Gold Mines adquiriu os direitos de exploraçom e iniciou as atividades de pesquisa e tramitaçom do projeto. Em 2010 a canadiana Edgewater Exploration Ltd. adquiriu 100% da RNGM, e com isso os direitos do projeto de Corcoesto, com a finalidade de pô-lo em marcha logo que possível. “Os antecedentes som múltiplos, mas a viabilidade do projeto por causa da sua 'rendibilidade' tivo de esperar por umha situaçom económica global favorável, como a que estamos a viver na atualidade”, diz Meli Souto. E acrescenta que “houvo impedimentos para se aceder ao projeto na fase de exposiçom pública, e isso porque a Administraçom considera o projeto como Industrial Estratégico, de modo que dispugemos apenas dum mês para apresentar as alegaçons técnicas e jurídicas, juntamente com o Projeto de Exploraçom, o Estudo de Impacto Ambiental e o Plano de Restauraçom”.
Por outro lado, som múltiplos os efeitos prejudiciais que a mineraçom do ouro tem sobre o ambiente. As águas, sobretodo as subterrâneas, podem ser contaminadas por cianeto (substância empregada para separar o ouro), os cursos dos rios sofrerem alteraçons, as nascentes podem secar e aumentarám as emissons de rádon. Segundo expom Nela Aguiño, “as verqueduras de materiais pesados (níquel, arsénico ou chumbo) ultrapassam os limites legais. Estes metais som arrastados polas águas de escoamento e vam parar ao rio Anlhons”.
Serra do Galinheiro
O de Corcoesto é um exemplo da cobiça que está a despertar a riqueza mineira no nosso país. Mas nom é o único. A Plataforma pola Defesa da Serra do Galinheiro acaba de apresentar alegaçons ao projeto de investigaçom do potencial mineiro em terras raras que neste espaço pretende realizar a sociedade de investidores sulafricanos Umbono Capital. Segundo a Plataforma, de cada tonelada de mineral extraído e tratado obtenhem-se entre 50 e 500 gramas de óxidos de terras raras. Serám usados produtos tóxicos, alguns contendo elementos radiativos, que poderiam acabar por filtrar para o subsolo. No caso da Penouta, em Viana do Bolo, é a canadiana Pacific Strategic Mineral a interessada em extrair tantálio dumha mina que fechou nos anos 80. Aqui foi a Sociedade Galega de História Natural que saiu nos meios de comunicaçom (os meios espanhóis chegárom a mencionar este lugar como “o Congo espanhol”) para denunciar que a exploraçom mineira estava situada num lugar protegido.
Serra do Galinheiro. Foto de roteiro de AMAL
Mineraçom sustentável?Por definiçom, a atividade mineira é agressiva para com o meio. Perguntado pola possibilidade dumha minaria sustentável, o professor Xoán Doldán afirma que “a única mineraçom sustentável seria aquela em que, umha vez que som extraídos os minerais, o emprego destes se prolongasse o máximo possível”. Deste jeito, Doldán crê que há que “pensar umha mineraçom diferente, umha mineraçom do lixo. Pensar nessas outras jazidas de materiais que som os aterros ou as instalaçons de tratamento do lixo, pois acontece muitas vezes que se queima o lixo sem se aproveitarem esses materiais”.
Texto de A.L. publicado no xornal Novas da Galiza número 121 (02/02/2013).
20 de janeiro de 2013
CRÓNICA DA 34ª MARCHA DA AMAL: SAM MAMEDE
O Sábado 19 de Janeiro partiu a 34ª Marcha da AMAL para trilhar, mais umha vez, os caminhos do Maciço galego. As duras condiçoes meteorológicas previstas nom conseguirom achantar às montanheiras, que começarom o caminho na boca do rio Queixa na barragem de Chandreja de Queixa, com a certeza de que ia ser necessário mudar o percurso previsto por causa dos rios nom terem cabimento nas suas bácias. A rota original planejava fazer noite na aldeia da Edreira, para o que cumpria atravessar o corgo da Boqueira, afluente do Edreira que, tras várias achegas fai o rio Queixa. A possibilidade de isto nom ser factível e mesmo de que o refúgio da Edreira nom estivesse em boas condiçoes para fazer a noite, animou-nos a mudar a rota para meter-lhe o dente ao cúmio de Sam Mamede (1.616 m).
Começou o caminho polo vale do Queixa: regueiros de penas descem agudos polas abas lambidas dos glaciares que noutrora ocuparom estas terras; o rio impetuoso lavra um dos vales mais fundos do Maciço, e acompanhou-nos bruando até a aldeia da Ferreiria onde começamos a subir polo caminho que transcorre paralelo à corga de Torneiros, um ascenso por umha fraga belida de alvos bidueiros, avondosos acivros e liques viçosos que vestem os carvalhos. A meio caminho a chuva persistente mudou em silandeira neve e, em cousa de umha hora, o branco engalanou o bidueiral, de jeito que ao chegar a aldeia abandonada de Teixedo todo era áuga aos nossos pes.
Por caminhos anegados continuamos a rota que, por riba dos 1.300 metros bordeia a fraga por pistas cobertas de neve, onde perdemos o aconchego do vento que nos presenteava a floresta. Acompanhará-nos desde entom um frio intenso que nom tiraremos dos nossos corpos até bem andado o descenso. As montanheiras demos fé das prediçoes metereológicas de alertas máximas e ciclogéneses explosivas, e comprovamos nos próprios corpos a dureza da montanha. No cúmio de Sam Mamede um forte vento carregado de neve gélida impedia-nos enxergar ao nosso redor; com dificuldade podiamos erguer as nossas cabeças para olhar-nos no caminho. Impossível nestas condiçoes tirar a foto de equipa no cúmio: malia que procuramos faze-lo na capela do Santo, o vento louco que semelhava aparecer desde todas as direçoes nom no-lo ia permitir.
Nestas condiçoes procuramos o refúgio que se atopa nas imediaçoes da capela, que encontramos em melhor estado que na rota de Janeiro de 2012. Ali pudemos petiscar algo, mas o intenso frio empurrou-nos a reanudar rapidamente a marcha, percorrendo durante aproximadamente 2 Km a crista de Sam Mamede até o Alto da Fornosinha, onde começamos o belido caminho de descenso que nos levaria de novo a aldeia da Ferreria, bulindo para espilir o frio por um caminho de neve, enquanto aos poucos nos foi acolhendo nas suas saias a montanha.
Rematou assim mais umha marcha da Agrupaçom, na que pudemos viver de perto a afouteça da montanha, que nos tinha preparada umha dura rota por causa do clima. Como sempre, o convívio ledo que nos procuram estas nossas aventuras e a nossa paixom polos cúmios desta Nossa Terra, fizeram deste roteiro umha belida marcha, animando-nos sem dúbida a repetir o Maciço, que percorreremos na próxima Marcha pola Serra de Queixa e o Samiom, para o próximo mês de Março, aguardando que, desta vez sim, as condiçons nom no-lo impidam.
11 de janeiro de 2013
34ª MARCHA: Sam Mamede - Montes do Samiom. 19-20 Janeiro
O Maciço Galego está formado por umha serie de serras mais ou menos desordenadas, mas que obedecem a dous limites bem definidos por acidentes geográficos: polo Norte o encaixotamento do Rio Sil e polo Oeste a Falha de Maceda coas depressons de Verim e Maceda. Podemos considerar como os conjuntos montanhosos principias a Serra de Sam Mamede, a Serra da Queixa e os Montes do Invernadouro, malia que existam derivaçons destas de grandes dimensons como o Fial das Corças, os Montes do Samiom ou a Serra da Pena. A máxima altitude é a Cabeça Grande de Maceda, com 1.782 m, na Serra de Queixa.
A rocha dominante é o granito de duas micas, agás no Sul, onde abundam os xistos e as quarcitas. Durante a Era quaternária estivo coberto de glaciares que, como poderemos ver, deixaram numerosas pegadas em toda a zona (circos glaciares, morredeiras, vales de artesa,...)
Ao ser umha superfície tam ampla e com o relevo tam variado topamos ecosistemas muito diversos, tanto de tipo mediterráneo (vale do Bibei) como atlántico, ainda que está muito degradado polas queimas e os bosques ficam reduzidos a pequenas superfícies no fundo dos vales e nas abas das montanhas.
No futuro vamos prestar atençom ao bloco que formam a Serra de Sam Mamede, a Serra da Queixa e Os Montes do Samiom, por ser alvo das futuras expediçons de Janeiro e Março. A de Sam Mamede presenta umha orientaçom NO-SE e é a parte ocidental do maciço. Forma ángulo recto coa Queixa (NE-SO) e com os Montes do Samiom (NE-SO). A máxima altitude é Sam Mamede com 1.616 m. A destacar os formosos bosques de bidueiros que se situam nas abas orientadas cara o oeste, com exemplares centenários. O Bidueiral de Monte de Ramo distingue-se polas suas dimensons, pola altitude à que está situado (entre os 1.000 e 1.600 m) e por ser um dos bidueirais situados mais ao Sul da Galiza.
O sábado 19 de Janeiro, o nosso caminho percorrerá o vale do rio Queixa, que escava um dos vales mais grandes do maciço, entre as impressionantes formaçons da Serra de Sam Mamede e os montes do Samiom. Desde a aldeia da Ferreiria, vestígio dumha indústria artesanal metalúrgica no coraçom do maciço, subiremos até a aldeia abandonada de Teixedo e desde ali poderemos caminhar até a fraga do Meixom, se quadra a mais representativa do bidueiral de Monte de Ramo. De novo no vale, caminharemos à beira do Queixa até a aldeia de Edreira, onde faremos noite.
Por isso nom foi casual a crueldade com a que a Guardia Civil assassinou às pessoas que lá moravam junto com as guerrilheiras que se topavam naquel momento, algumhas depois de ser transladadas a Corunha e julgadas pola “lei de fugas”, para logo queimar a casa e as palheiras e derrubar a ponte. Hoje a Edreira é um conjunto de grossas paredes de pedra e fortes pilares sobre o rio, já que da queima só se salvou a capela, que logo foi utilizada como cabana de pastoras e refúgio de montanheiras, e supom-se que nas imediaçons do lugar há umha fosa comum com os corpos de 4 a 6 pessoas, entre os que se topariam Francisco Galam e algumhas das suas familiares, mortas como represália polo seu apoio à guerrilha.
Nom poderemos passar pola Edreira sem fazer sentida homenagem às que lá perderam a sua vida como às que a arriscam, a dia de hoje, no nome dos mesmos ideais. Aliás, nom pode haver paragem mais belida para sentir com nós às que nom estám e para tirar do silêncio a memória que nos roubaram.
Marcha: Sam Mamede – Montes do Samiom
Começou o caminho polo vale do Queixa: regueiros de penas descem agudos polas abas lambidas dos glaciares que noutrora ocuparom estas terras; o rio impetuoso lavra um dos vales mais fundos do Maciço, e acompanhou-nos bruando até a aldeia da Ferreiria onde começamos a subir polo caminho que transcorre paralelo à corga de Torneiros, um ascenso por umha fraga belida de alvos bidueiros, avondosos acivros e liques viçosos que vestem os carvalhos. A meio caminho a chuva persistente mudou em silandeira neve e, em cousa de umha hora, o branco engalanou o bidueiral, de jeito que ao chegar a aldeia abandonada de Teixedo todo era áuga aos nossos pes.
Por caminhos anegados continuamos a rota que, por riba dos 1.300 metros bordeia a fraga por pistas cobertas de neve, onde perdemos o aconchego do vento que nos presenteava a floresta. Acompanhará-nos desde entom um frio intenso que nom tiraremos dos nossos corpos até bem andado o descenso. As montanheiras demos fé das prediçoes metereológicas de alertas máximas e ciclogéneses explosivas, e comprovamos nos próprios corpos a dureza da montanha. No cúmio de Sam Mamede um forte vento carregado de neve gélida impedia-nos enxergar ao nosso redor; com dificuldade podiamos erguer as nossas cabeças para olhar-nos no caminho. Impossível nestas condiçoes tirar a foto de equipa no cúmio: malia que procuramos faze-lo na capela do Santo, o vento louco que semelhava aparecer desde todas as direçoes nom no-lo ia permitir.
Nestas condiçoes procuramos o refúgio que se atopa nas imediaçoes da capela, que encontramos em melhor estado que na rota de Janeiro de 2012. Ali pudemos petiscar algo, mas o intenso frio empurrou-nos a reanudar rapidamente a marcha, percorrendo durante aproximadamente 2 Km a crista de Sam Mamede até o Alto da Fornosinha, onde começamos o belido caminho de descenso que nos levaria de novo a aldeia da Ferreria, bulindo para espilir o frio por um caminho de neve, enquanto aos poucos nos foi acolhendo nas suas saias a montanha.
Rematou assim mais umha marcha da Agrupaçom, na que pudemos viver de perto a afouteça da montanha, que nos tinha preparada umha dura rota por causa do clima. Como sempre, o convívio ledo que nos procuram estas nossas aventuras e a nossa paixom polos cúmios desta Nossa Terra, fizeram deste roteiro umha belida marcha, animando-nos sem dúbida a repetir o Maciço, que percorreremos na próxima Marcha pola Serra de Queixa e o Samiom, para o próximo mês de Março, aguardando que, desta vez sim, as condiçons nom no-lo impidam.
A rocha dominante é o granito de duas micas, agás no Sul, onde abundam os xistos e as quarcitas. Durante a Era quaternária estivo coberto de glaciares que, como poderemos ver, deixaram numerosas pegadas em toda a zona (circos glaciares, morredeiras, vales de artesa,...)
Ao ser umha superfície tam ampla e com o relevo tam variado topamos ecosistemas muito diversos, tanto de tipo mediterráneo (vale do Bibei) como atlántico, ainda que está muito degradado polas queimas e os bosques ficam reduzidos a pequenas superfícies no fundo dos vales e nas abas das montanhas.
No futuro vamos prestar atençom ao bloco que formam a Serra de Sam Mamede, a Serra da Queixa e Os Montes do Samiom, por ser alvo das futuras expediçons de Janeiro e Março. A de Sam Mamede presenta umha orientaçom NO-SE e é a parte ocidental do maciço. Forma ángulo recto coa Queixa (NE-SO) e com os Montes do Samiom (NE-SO). A máxima altitude é Sam Mamede com 1.616 m. A destacar os formosos bosques de bidueiros que se situam nas abas orientadas cara o oeste, com exemplares centenários. O Bidueiral de Monte de Ramo distingue-se polas suas dimensons, pola altitude à que está situado (entre os 1.000 e 1.600 m) e por ser um dos bidueirais situados mais ao Sul da Galiza.
O sábado 19 de Janeiro, o nosso caminho percorrerá o vale do rio Queixa, que escava um dos vales mais grandes do maciço, entre as impressionantes formaçons da Serra de Sam Mamede e os montes do Samiom. Desde a aldeia da Ferreiria, vestígio dumha indústria artesanal metalúrgica no coraçom do maciço, subiremos até a aldeia abandonada de Teixedo e desde ali poderemos caminhar até a fraga do Meixom, se quadra a mais representativa do bidueiral de Monte de Ramo. De novo no vale, caminharemos à beira do Queixa até a aldeia de Edreira, onde faremos noite.
No vértice onde se unem as três formaçons (Sam Mamede, Queixa e Samiom) nascem inúmeros regatos dominados polo Edreira que trás varias achegas formará o rio Queixa, que morre na barragem de Chandreja de Queixa. O percorrido polo vale do Queixa desde o ponto de partida, na cola da barragem, até a aldeia da Edreira é de 10 km. Mediremos as forças das montanheiras para desviarmo-nos desta rota e trilhar os caminhos das abas orientais de Sam Mamede cara o bidueiral, mas podemos falar, aproximadamente, dumha caminhada duns 20 Km para esta primeira jornada.
Faremos noite na aldeia da Edreira, por onde nom poderemos passar sem fazer alusom a história das combatentes que lá moraram até que, no ano 1.949, logo de ser traizoadas polo PCE e ante um forte recrudescimento da ofensiva fascista contra a Guerrilha, cairam em combate contra a Guardia Civil.
A aldeia da Edreira estivo conformada por umha soa casa, a da família Galám, e foi comandaria no coraçom do Maciço dos grupos Guerrilheiros que operavam na Terra de Caldelas e de Trives, no que luitarom nomes que ressoam na memória colectiva das vizinhas da zona, como o de Mario de Langulho, “O Mário”, e muitas outras boas e generosas. A casa da Edreira foi umha dessas centos que ao longo da nossa geografia sostivo a resistência fronte ao fascismo espanhol, a qual nom seria possível sem os miles de pessoas anónimas que fizeram de enlaces, informadoras, subministradoras de roupa, alimentos e outros recursos,... as que abriram as portas das suas casas às combatentes como a irmás. Nom se pode entender a magnitude da resistência sem atender à profunda rede que tecia na nossa sociedade, sobre laços de solidariedade, irmandade e comunidade. Estes foram, naquela altura, o principal inimigo para a instauraçom do fascismo espanhol, como o som, a dia de hoje, para a imposiçom definitiva na Nossa Terra de Espanha e do capital. Por isso nom foi casual a crueldade com a que a Guardia Civil assassinou às pessoas que lá moravam junto com as guerrilheiras que se topavam naquel momento, algumhas depois de ser transladadas a Corunha e julgadas pola “lei de fugas”, para logo queimar a casa e as palheiras e derrubar a ponte. Hoje a Edreira é um conjunto de grossas paredes de pedra e fortes pilares sobre o rio, já que da queima só se salvou a capela, que logo foi utilizada como cabana de pastoras e refúgio de montanheiras, e supom-se que nas imediaçons do lugar há umha fosa comum com os corpos de 4 a 6 pessoas, entre os que se topariam Francisco Galam e algumhas das suas familiares, mortas como represália polo seu apoio à guerrilha.
Nom poderemos passar pola Edreira sem fazer sentida homenagem às que lá perderam a sua vida como às que a arriscam, a dia de hoje, no nome dos mesmos ideais. Aliás, nom pode haver paragem mais belida para sentir com nós às que nom estám e para tirar do silêncio a memória que nos roubaram.
Foto do anterior roteiro de AMAL pola zona no 2012
O Domingo 20 começaremos a manhá refrescando-nos nas augas do rio da Edreira, que é necessário cruzar tirando as botas e as calças, polo que recomendamos levar algo para secar-se (pode ser umha toalha pequena, incluso para compartilhar entre várias montanheiras). Logo começará o ascenso polos Montes do Samiom, desde onde nos embeleiçaram as vistas, à esquerda de Sam Mamede e à direita de Queixa, com Maceda ao fundo. Após umha caminhada de aproximadamente 15 Km, chegaremos ao Xistral, o ponto mais elevado do Samiom, com 1.594 m, para logo descer a aldeia de Taboaças, onde procuraremos algumha história da guerrilha ou, se quadra, do Lobisome, o Romasanta, umha lenda que percorre a Serra desde que a meados do XIX sucederam-se vários assassinatos no lugar. Desde aqui já fica um curto caminho até o ponto de partida, onde poremos fim a mais umha marcha da AMAL.Marcha: Sam Mamede – Montes do Samiom
- Dificuldade: Média-alta
- Datas: Sábado 19 Janeiro.....20 km. Domingo 20...15 Km
- Equipa necessária: Roupa de montanha apropriada para as condiçons meteorológicas, comida para 2 jornadas, saco e esterilha, toalha pequena.
- Combinaremos: De carro às 9h em Monte de Ramo, junto ao bar que está na praça frente ao mosteiro.
- Para anotar-se: Ou consultar qualquer dúvida no tlfe. 687 913 857. Faremos noite num refúgio no que colhem 10 pessoas. Cumpre anotar-se com antelaçom, por se for necessário levar tendas de campismo a maiores.
CRONICA DO ROTEIRO
O Sábado 19 de Janeiro partiu a 34ª Marcha da AMAL para trilhar, mais umha vez, os caminhos do Maciço galego. As duras condiçoes meteorológicas previstas nom conseguirom achantar às montanheiras, que começarom o caminho na boca do rio Queixa na barragem de Chandreja de Queixa, com a certeza de que ia ser necessário mudar o percurso previsto por causa dos rios nom terem cabimento nas suas bácias. A rota original planejava fazer noite na aldeia da Edreira, para o que cumpria atravessar o corgo da Boqueira, afluente do Edreira que, tras várias achegas fai o rio Queixa. A possibilidade de isto nom ser factível e mesmo de que o refúgio da Edreira nom estivesse em boas condiçoes para fazer a noite, animou-nos a mudar a rota para meter-lhe o dente ao cúmio de Sam Mamede (1.616 m).
Começou o caminho polo vale do Queixa: regueiros de penas descem agudos polas abas lambidas dos glaciares que noutrora ocuparom estas terras; o rio impetuoso lavra um dos vales mais fundos do Maciço, e acompanhou-nos bruando até a aldeia da Ferreiria onde começamos a subir polo caminho que transcorre paralelo à corga de Torneiros, um ascenso por umha fraga belida de alvos bidueiros, avondosos acivros e liques viçosos que vestem os carvalhos. A meio caminho a chuva persistente mudou em silandeira neve e, em cousa de umha hora, o branco engalanou o bidueiral, de jeito que ao chegar a aldeia abandonada de Teixedo todo era áuga aos nossos pes.
Por caminhos anegados continuamos a rota que, por riba dos 1.300 metros bordeia a fraga por pistas cobertas de neve, onde perdemos o aconchego do vento que nos presenteava a floresta. Acompanhará-nos desde entom um frio intenso que nom tiraremos dos nossos corpos até bem andado o descenso. As montanheiras demos fé das prediçoes metereológicas de alertas máximas e ciclogéneses explosivas, e comprovamos nos próprios corpos a dureza da montanha. No cúmio de Sam Mamede um forte vento carregado de neve gélida impedia-nos enxergar ao nosso redor; com dificuldade podiamos erguer as nossas cabeças para olhar-nos no caminho. Impossível nestas condiçoes tirar a foto de equipa no cúmio: malia que procuramos faze-lo na capela do Santo, o vento louco que semelhava aparecer desde todas as direçoes nom no-lo ia permitir.
Nestas condiçoes procuramos o refúgio que se atopa nas imediaçoes da capela, que encontramos em melhor estado que na rota de Janeiro de 2012. Ali pudemos petiscar algo, mas o intenso frio empurrou-nos a reanudar rapidamente a marcha, percorrendo durante aproximadamente 2 Km a crista de Sam Mamede até o Alto da Fornosinha, onde começamos o belido caminho de descenso que nos levaria de novo a aldeia da Ferreria, bulindo para espilir o frio por um caminho de neve, enquanto aos poucos nos foi acolhendo nas suas saias a montanha.
Rematou assim mais umha marcha da Agrupaçom, na que pudemos viver de perto a afouteça da montanha, que nos tinha preparada umha dura rota por causa do clima. Como sempre, o convívio ledo que nos procuram estas nossas aventuras e a nossa paixom polos cúmios desta Nossa Terra, fizeram deste roteiro umha belida marcha, animando-nos sem dúbida a repetir o Maciço, que percorreremos na próxima Marcha pola Serra de Queixa e o Samiom, para o próximo mês de Março, aguardando que, desta vez sim, as condiçons nom no-lo impidam.
14 de dezembro de 2012
PROGRAMA DE ROTEIROS E ACAMPAMENTO DE MONTANHA - 2013
O Maciço Galego está formado por umha serie de serras mais ou menos desordenadas, mas que obedecem a dous limites bem definidos por acidentes geográficos: polo Norte o encaixotamento do Rio Sil e polo Oeste a Falha de Maceda coas depressons de Verim e Maceda. Podemos considerar como conjuntos montanhosos principais a Serra de Sao Mamede, a Serra da Queixa e os Montes do Invernadeiro, malia que existam derivaçons destas de grandes dimensons como o Fial das Corças, os Montes do Samiom ou a Serra da Pena. No futuro vamos prestar atençom ao bloco que formam a Serra de Sao Mamede, a Serra da Queixa e Os Montes do Samiom, por ser alvo das expediçons de Janeiro e Março. A de Sao Mamede apresenta umha orientaçom NO-SE e é a parte ocidental do maciço. Forma ángulo reto com a Queixa (NE-SO) e com os Montes do Samiom (NE-SO). No vértice onde se unem as tres formaçons nascem inúmeros regatos dominados polo Hedreira que após várias achegas formará o rio Queixa. Este escava um dos vales mais grandes do maciço até morrer no encoro de Chandreja de Queixa.
19-20 janeiro: Sao mamede – Samiom
Em Janeiro trilharemos os caminhos dos vales de Sao Mamede partindo da Ferreria e terminando na Hedreira, para ao dia seguinte subir os montes do Samiom atingindo de novo a Ferreria após vadear o rio Queixa.
Dificuldade média.
16-17 Março: Serra de queixa – Samiom
Deixaremos para Março outra rota de dous dias que partirá da aldeia de Requeixo cresteando até atingir a serra da Queixa no pico do Seixo (1706m). Daqui iremos até a Hedreira onde repetiremos durmida para ao dia seguinte atravessar outra volta o Samiom, mas desta vez desviando o rumo cara o Leste dando cabo da ruta de novo em Requeixo, se chegarmos!!
Dificuldade alta.
Este roteiro a Ancares combinará as rotas de montanha com outras polos vales onde apreciar e conhecer a sua viçosa vegetaçom, aproveitando um momento de esplendor como o da primavera. Faremos as noites em albergue, cumpre andar atentas ao nosso blogue onde publicaremos umha informaçom mais detalhada.
Dificuldade média
ACAMPAMENTO DE MONTANHA 2013
Desde hai anos a AMAL organiza um acampamento de montanha no último fim de semana do verao no que, para além de roteiros, actividades formativas relacionadas com o montanhismo, actividades de lecer, jogos,... centra o seu discurso contra algumha das múltiples agressons a combater para frenar a destruiçom da nossa Terra e, em concreto, dos nossos montes, emblemáticos lugares para a nossa identidade colectiva.
Nesta ocasiom e num lugar como este, nom podiamos esquecer a brutal agressom que supom a expoliaçom mineira do nosso Pais e o caracter colonialista da gestom da sua exploraçom.
19-20 janeiro: Sao mamede – Samiom
Em Janeiro trilharemos os caminhos dos vales de Sao Mamede partindo da Ferreria e terminando na Hedreira, para ao dia seguinte subir os montes do Samiom atingindo de novo a Ferreria após vadear o rio Queixa.
Dificuldade média.
16-17 Março: Serra de queixa – Samiom
Deixaremos para Março outra rota de dous dias que partirá da aldeia de Requeixo cresteando até atingir a serra da Queixa no pico do Seixo (1706m). Daqui iremos até a Hedreira onde repetiremos durmida para ao dia seguinte atravessar outra volta o Samiom, mas desta vez desviando o rumo cara o Leste dando cabo da ruta de novo em Requeixo, se chegarmos!!
Dificuldade alta.
ANCARES: 31 Maio, 1-2 Junho
A Serra de Ancares é uma sucessom de vales e cristas salientes em que, ocasionalmente, sobressaem barras quartzíticas. Trata-se de um conjunto de vales encaixados paralelos uns aos outros, abertos polos afluentes do rio Navia, como o Ser, Quindous, Vara, Casal, Cervantes ou Valdeparada, ou polos pertencentes à bacia do Sil, como é o caso do Cuinha, Burbia, Telheira e Valcarce. Em grande medida a serra corresponde ao interflúvio Navia-Sil.Umha parte muito importante da serra está ocupada polo monte baixo. Isto mostra a intensa humanizaçom a que estivo submetida ao longo dos séculos. Entre as numerosas espécies dominam as urzes, como a Erica aragonensias, E. cinerea, E. arborea o E. umbelhata ou a Genistelha tridentata. Com elas convivem outras espécies características destas formaçons como as giestas ou os piornos. Ancares reune um conjunto de "fragas" esplêndido. Entre elas som de destacar a Grova Fragosa e Calangros de Brego, no Monte Pena Rúbia; As Monteiras e Cabanavelha, na Serra do Pando e o Abesedo de Donís, no vale do rio Ortigal. Os bosques de Ancares servem de habitat a espécies raras ou em perigo de extinçom como a marta (Martes martes), a galinha do monte (Tetrae urogalhus) ou, esporadicamente, o urso (Ursus arctos).Este roteiro a Ancares combinará as rotas de montanha com outras polos vales onde apreciar e conhecer a sua viçosa vegetaçom, aproveitando um momento de esplendor como o da primavera. Faremos as noites em albergue, cumpre andar atentas ao nosso blogue onde publicaremos umha informaçom mais detalhada.
Dificuldade média
NA TERRA DE NÁVIA-EU: 1-2-3 Novembro
AMAL deslocará-se até a Galiza oriental para percorrer a terra de Oscos, no Eo-Návia. A zona de Oscos ronda os 600m de altitude, cumha altitude máxima de 950m. A maior parte da sua povoaçom adica-se à gandeiria, principalmente à produçom de carne de vacum. Tem umha grande riqueza mineral e geográfica, aproveitada historicamente polas suas gentes e patente nos indícios e restos de antigas extraçons de ferro e ouro. Som muitos os muinhos, fraguas e ferreirias que se podem atopar nas beiras dos rios, algumhas destas instalaçons ainda funcionando. É importante sobre todo a produçom de cuiteleria, por parte dos ferreiros, que é a tarefa que mais se conserva hoje e que ainda serve como verdadeiro ofício. Hidrograficamente, os Oscos pertencem à bacia do rio Návia. O Agueira, afluente deste que nasce na Fonsagrada, atravessa os Oscos e desemboca à altura de Pelorde, no concelho de Pesoz. Durante os roteiros caminharemos nas inmediaçons do Agueira e dos seus afluentes.A sua flora está conformada principalmente por árvores caducifólias como o carvalho, a bidueira, o castinheiro ou o freixo, rodeadas de outras coma o azivro ou o teijo. No que respeita à fauna nom podemos esquecer a presença do lobo (Canis lupus) que conta com um número considerável de indivíduos na serra da comarca.A sexta-feira e o sábado, disporemos dum lugar a coberto no que fazer noite, no concelho de Santalha. É necessário levar isolante para o chão e saco de dormir.
Dificuldade média-baixa.
ACAMPAMENTO DE MONTANHA 2013
COUREL 20-21-22 Setembro
MINÁRIA DAS LOUSEIRAS FORA DA GALIZA!!
MINÁRIA DAS LOUSEIRAS FORA DA GALIZA!!
Desde hai anos a AMAL organiza um acampamento de montanha no último fim de semana do verao no que, para além de roteiros, actividades formativas relacionadas com o montanhismo, actividades de lecer, jogos,... centra o seu discurso contra algumha das múltiples agressons a combater para frenar a destruiçom da nossa Terra e, em concreto, dos nossos montes, emblemáticos lugares para a nossa identidade colectiva.
Nesta ocasiom e num lugar como este, nom podiamos esquecer a brutal agressom que supom a expoliaçom mineira do nosso Pais e o caracter colonialista da gestom da sua exploraçom.
6 de novembro de 2012
Comunicado perante o sequestro do montanheiro Júlio
O passado 29 de Outubro a policia espanhola detivo no seu fogar a Júlio e Sílvia integrantes de AMAL e ao seu filho Martinho sometendo-os à injusta Lei Antiterrorista. Dias depois produziu se o ingresso em prisom de Júlio, baixo a acusaçom de ser o responsável de financiar Resistência Galega e a liberdade de Sílvia sem cargo algum.
Desde a nossa organizaçom solidarizamo-nos com o nosso companheiro Júlio, agora mesmo dispersado a centos de quilómetros do seu fogar e destacamos o seu carácter afável e de boa pessoa querido por todo o que o conhece de verdade, em contra dessa falsa imagem vil que vendeu a imprensa comercial. Quem o conhece sabe que é umha pessoa normal, que se preocupa polo seu país e que dia a dia trabalhava activamente em diferentes organizaçons defendendo umha Galiza melhor.
Também mostramos a nossa preocupaçom polo trato do que forom objecto tanto ele como a companheira Sílvia e o pequeno Martinho, sob o regime especial de detençom incomunicada em mãos dos seus captores (sem acesso de advogados, familiares, etc.) que já foi denunciado incluso desde instâncias internacionais.
Destacamos o alarmante da situaçom na que se atopa, em prisom preventiva, com perigo de prolongar-se até quatro anos sem juízo e a possibilidade de que a sua situaçom de dispersom a centos de quilómetros da sua casa se prolongue durante todo este tempo, como soe acontecer nestes casos.
Por último queremos mostrar também a nossa indignaçom pola vulneraçom do direito da "presunçom de inocência" por parte do Ministério de Interior e da prática totalidade dos meios de difusom, que reproduzirom a sua nota ilustrando-a incluso com umhas potas com explosivos inexistentes, quando o próprio Ministério fala da incautaçom de "agendas, material informático e numerosa documentaçom". Esta falta de rigor e a ausência de rectificaçom pública mostram a verdadeira intençom de empregar a sua pessoa como objecto de criminalizaçom de todo um movimento, gerando umha falsa imagem dele e vulnerando os seus direitos sem que ninguém questione os perjuiços que todo isto pode causar-lhe a umha pessoa nas suas condiçons.
Aproveitamos para lembrar a Antom e Maria, companheiras de AMAL que se atopam em situaçom semelhante, sufrindo a dispersom e a prisom preventiva a espera de juiço e para solidarizar-nos com o resto de presos independentistas galegos.
LIBERDADE INDEPENDENTISTAS!
DENANTES MORTAS QUE ESCRAVAS!
9 de outubro de 2012
O próximo domingo 14 de outubro, Galiza Non Se Vende convoca unha mobilizaçom e juizo popular
O próximo domingo 14 de outubro, Galiza Non Se Vende convoca unha mobilización con saída as 12 dende a Alameda de Comportela na que se celebrará un xuízo popular aos responsables do abandono e destrucción de nosa terra e noso mar, de noso patrimonio cultural e nosos recursos.
Estes son os cargos que se lles imputan:
- Perda da soberanía alimentar (abandono do sector primario, mar, rural..)
- Desastrosa xestión de residuos e contaminación
- Minería salvaxe e sobreexplotación dos recursos (ríos, montes, vento...)
- Desprotección da biodiversidade
- Esfarelamento do territorio (infraestruturas, especulación..)
- Abandono do patrimonio cultural Non permitamos que unha banda de delincuentes poñan en perigo noso presente e noso futuro
DEFENDAMOS A TERRA E O MAR
Estes son os cargos que se lles imputan:
- Perda da soberanía alimentar (abandono do sector primario, mar, rural..)
- Desastrosa xestión de residuos e contaminación
- Minería salvaxe e sobreexplotación dos recursos (ríos, montes, vento...)
- Desprotección da biodiversidade
- Esfarelamento do territorio (infraestruturas, especulación..)
- Abandono do patrimonio cultural Non permitamos que unha banda de delincuentes poñan en perigo noso presente e noso futuro
DEFENDAMOS A TERRA E O MAR
3 de outubro de 2012
Resistência ao encoro do Úmia. A razóm como defensa
Crónica da luita que a vecinhanza do Umia sostida contra a imposiçom do encoro de Caldas:
25 de setembro de 2012
Crónica do Acampamento de montanha 2012
Fonte: Texto do galizalivre.org e fotos de Charo Lopes / Os passados dias 21, 22 e 23 de setembro AMAL apresentou o seu 5º acampamento anual de montanha baixo a legenda "Recuperar o rural para defender a terra". Neste 2012 deslocou-se até a Serra da Martinhá situada na comarca do Carvalhinho. Esta serra com orientaçom N-SO a carom da Serra do Faro e com alturas que rondam os 1000 m. (o cúmio mais alto é o Castro ou o Martinhá, de 1042 m.). Aqui nascem os rios Búbal, afluente do Minho, o Oseira e o Mirela e cara o sul o Barbantinho. Formada por rochas graníticas, predomina o monte baixo, turbeiras e algumhas formaçons de árvores caducifólias.
Mais umha vez, AMAL achegou-nos a lugares atípicos para o turismo e sendeirismo convencionais, os quais os tenhem infravalorados, o que provoca o seu uso para parques eólicos, exploraçons de eucalipto, etc. ainda contenhendo um enorme valor natural e paisagístico.
Desenvolvimento do acampamento
A sexta-feira organizou-se umha rota ciclista pola Serra da Madalena com algumhas dificultades derivadas da complexidade do circuito, com abondosas pendentes que fazia esbarar as rodas das bicicletas e obrigavam a estar num alto estado de forma. Ainda com tudo, este esforço veria-se recompensado em grande medida polo espectacular da zona, de grande fermosura e cum bosque livre da invassom de eucaliptos. Mas como nom podia ser doutro jeito, esta impresionante paisagem tem de suportar a eiva dum Parque Eólico no cúmio da Serra, no qual os ciclistas puiderom observar o uso industrial e privado do terreo, aturando a vigilância dos guardas do parque eólico.
O sábado transcurriu o roteiro a pé pola Serra da Martinhá, um lugar único com bosque autóctono e umhas alturas máximas duns 1000 m. dende onde se puido ver cara o Sul as montanhas do Larouco na fronteira com Portugal e cara o Norte o Pico Sacro na comarca de Compostela, aliás de ter aos pés umhas fabulosas vistas do Canom do Sil. O caminho nom foi especialmente duro ao ser umha subida relativamente escalonada e sem muitas pendentes exageradas.
O domingo figérom jogos populares como tiro de corda e tiro contra cartazes cos inimigos do monte galego.
E para rematar figérom-se duas palestras. Na primeira, titulada "Vida e resistência no rural", falou-se da plataforma contra a incineradora do Irijo, dende a qual obervam que a actual detençom do projecto nom tem mais a ver que cumha pretensom eleitoral, pois em quanto a situaçom seja favorável para os interessados com toda seguridade a incineradora será levada a cabo. Na segunda palestra falou o representate dumha cooperativa agrária sobre a vida no rural e o deslocamento do independentismo de cara a novas formas de organizaçom apoiadas no ámbito rural.
Valoraçom dos organizadores
Em geral a valoraçom é moi positiva e cum ambiente inmelhorável tanto nas actividades como nas foliadas nocturnas. A assistência foi dumhas 20 pessoas, menor ca doutros anos por mor de problemas de deslocamento e em grande medida económicos que imposibilitarom a muita gente interessada no acampamento. Aliás, também se notou em falta a presença dos seqüestrados polo Estado dende hai meses Maria e Antom, assim como dos últimos detidos, alguns deles habituais das actividades de AMAL.
Porém as actividades transcurriram com total normalidade e cum comportamento por parte dos integrantes ejemplar mais outro ano AMAL sentiu o acosso policial com carros da “secreta” perguntando por eles nas aldeas da zona mas sem os poder atopar ao nom fazer-se um roteiro publicado com anterioridade. Por outra parte, a diferença doutros anos, este estiverom livres da identificaçom dos assistentes por parte da Guardia Civil.
Próximas actividades
Agora mesmo AMAL está a trabalhar conjuntamente com o reconhecido artista Leandro Lamas na creaçom dum mapa físico-artístico da Galiza prestando especial antençom a serras, cúmios e rios. Nom é seguro, mas possivelmente seja com o Apalpador quando poidamos desfrutar deste mapa.
Mais umha vez, AMAL achegou-nos a lugares atípicos para o turismo e sendeirismo convencionais, os quais os tenhem infravalorados, o que provoca o seu uso para parques eólicos, exploraçons de eucalipto, etc. ainda contenhendo um enorme valor natural e paisagístico.
Desenvolvimento do acampamento
A sexta-feira organizou-se umha rota ciclista pola Serra da Madalena com algumhas dificultades derivadas da complexidade do circuito, com abondosas pendentes que fazia esbarar as rodas das bicicletas e obrigavam a estar num alto estado de forma. Ainda com tudo, este esforço veria-se recompensado em grande medida polo espectacular da zona, de grande fermosura e cum bosque livre da invassom de eucaliptos. Mas como nom podia ser doutro jeito, esta impresionante paisagem tem de suportar a eiva dum Parque Eólico no cúmio da Serra, no qual os ciclistas puiderom observar o uso industrial e privado do terreo, aturando a vigilância dos guardas do parque eólico.
O sábado transcurriu o roteiro a pé pola Serra da Martinhá, um lugar único com bosque autóctono e umhas alturas máximas duns 1000 m. dende onde se puido ver cara o Sul as montanhas do Larouco na fronteira com Portugal e cara o Norte o Pico Sacro na comarca de Compostela, aliás de ter aos pés umhas fabulosas vistas do Canom do Sil. O caminho nom foi especialmente duro ao ser umha subida relativamente escalonada e sem muitas pendentes exageradas.
O domingo figérom jogos populares como tiro de corda e tiro contra cartazes cos inimigos do monte galego.
E para rematar figérom-se duas palestras. Na primeira, titulada "Vida e resistência no rural", falou-se da plataforma contra a incineradora do Irijo, dende a qual obervam que a actual detençom do projecto nom tem mais a ver que cumha pretensom eleitoral, pois em quanto a situaçom seja favorável para os interessados com toda seguridade a incineradora será levada a cabo. Na segunda palestra falou o representate dumha cooperativa agrária sobre a vida no rural e o deslocamento do independentismo de cara a novas formas de organizaçom apoiadas no ámbito rural.
Valoraçom dos organizadores
Em geral a valoraçom é moi positiva e cum ambiente inmelhorável tanto nas actividades como nas foliadas nocturnas. A assistência foi dumhas 20 pessoas, menor ca doutros anos por mor de problemas de deslocamento e em grande medida económicos que imposibilitarom a muita gente interessada no acampamento. Aliás, também se notou em falta a presença dos seqüestrados polo Estado dende hai meses Maria e Antom, assim como dos últimos detidos, alguns deles habituais das actividades de AMAL.
Porém as actividades transcurriram com total normalidade e cum comportamento por parte dos integrantes ejemplar mais outro ano AMAL sentiu o acosso policial com carros da “secreta” perguntando por eles nas aldeas da zona mas sem os poder atopar ao nom fazer-se um roteiro publicado com anterioridade. Por outra parte, a diferença doutros anos, este estiverom livres da identificaçom dos assistentes por parte da Guardia Civil.
Próximas actividades
Agora mesmo AMAL está a trabalhar conjuntamente com o reconhecido artista Leandro Lamas na creaçom dum mapa físico-artístico da Galiza prestando especial antençom a serras, cúmios e rios. Nom é seguro, mas possivelmente seja com o Apalpador quando poidamos desfrutar deste mapa.
12 de setembro de 2012
Como chegar ao Acampamento de montanha 2012
Roteiro polo concelho de Pinhor onde decorrerá o acampamento
Se xa tes decidido ir ao acampamento, liga o antes possível co telefone 988 280 400 (de 9h a 13h) ou escrebe a aguaslimpas@gmail.com . Precisamos saber quantas pessoas imos ser para calcular a comida e bebida do acampamento.
Como chegar a Freás de Canda?
Desde Compostela
Se colhedes a autoestrada desde Lalím cara a Ourense, havedes sair no Reino (a saida seguinte à do alto de Doçom). Ali dades numha rotunda na que fiades, segundo ides, para a frente, atravessando O Reino pola comarcal e ao final da aldeia colhedes à esquerda cara ao Pinhor (cv-400). Logo de 1,5 Kms estades em Cotelas onde tomaredes um ramal cara a esquerda. Freás está a menos dum Km. Alí reparade num sinal, à direita, que indica um area recreativa (ou umhas piscinas), e ide cara alô até o final.
Desde Lugo
Viajaredes até A Barrela pola N-540. No começo da vila ides polo ramal da direita, que dá numha recta, andades uns 500 m e veredes um novo ramal à esquerda que já vos guia até Cea (uns 20 Km). Numha curva no meio da vila, cara a direita sae um desvio indicado cara Oseira e Cotelas. Apanhade-lo e tirades até Cotelas, onde colheredes à direita já cara a Freás que está a menos dum Km. Alí reparade num sinal, à direita, que indica um area recreativa (ou umhas piscinas), e ide cara alô até o final.
Desde Vigo
Achegar-vos pola A-52 até a Vila Podre, como chamava o "Cabanelas" a Ribadávia. Na saída tomades as duas rotundas em direçom Ribadávia e a uns 300m, logo de passar a bomba de gasolina, há um ramal à direita. Tomáde-lo e de imediato há um cruzamento no que virades à esquerda cara ao Sao Cristovo-O Carvalhinho...pola Ou-504. Abandonaremos esta via já em Cea, após percorrer uns vinte kms. Numha curva no meio da vila, cara a direita sae um desvio indicado cara Oseira e Cotelas. Apanhade-lo e tirades até Cotelas, onde colheredes à direita já cara a Freás que está a menos dum Km. Alí reparade num sinal, à direita, que indica um area recreativa ou umhas piscinas, e ide cara alô até o final.
Desde Ourense
Chegades até Cea pola N-525. Entrades na vila e numha curva, cara a direita sae um desvio indicado cara Oseira e Cotelas. Apanhade-lo e tirades até Cotelas, onde colheredes à direita já cara a Freás que está a menos dum Km. Alí reparade num sinal, à direita, que indica um area recreativa ou umhas piscinas...nom lembro bem, e ide cara alô até o final.
7 de setembro de 2012
Recuperar o rural para defender a Terra: Acampamento de montanha 2012
Lugar: Freás de Canda (Concelho de Pinhor). Comarca do Carvalhinho.
Data: A fim de semana do 21, 22 e 23 de setembro de 2012.
Contato: Telef. 988 280 400 (de 9h a 13h). aguaslimpas@gmail.com
Data: A fim de semana do 21, 22 e 23 de setembro de 2012.
Contato: Telef. 988 280 400 (de 9h a 13h). aguaslimpas@gmail.com
Programa do acampamento
Sexta-feira 21 de setembro
· 16h. Recepçom de campistas.
· 17h. Rota ciclista polo Irixo.
A rota em bici vai-nos achegar até a Serra da Madanela. Subiremos pola cara Norte,bordeando, até o coto do Marco. Desde aqui teremos umha vista quase cenital do Irijo, e estaremos a escassos metros do monte comunal onde a Junta e mais o presidente da câmara municipal deste concelho, Manuel Penedo, maquinam com instalar umha incineradora. Retornaremos através dos eólicos que dominam o monte, passando polo pico mais alto, o Pico Seco, que conta com 938 m. Desde aqui agarda-nos umha forte baixada e voltaremos cara a Freás subindo uns quilómetros depois de passar o rio Arenteiro a umha cota de 465m. Teremos nos conta-quilómetros por volta de 30 kms. Como resumo dizer que será umha rota de dureza alta. Para assistir será necessária umha bici bem de montanha, bem de passeio. Se alguém nom puidesse trazer bici pode consultar no telefone de contacto, pois pode que tenhamos algumha disponível. Telefone: 988280400 (Antom) de 9:00 a 13:00.
· 21h. Ceia (levar comida).A rota em bici vai-nos achegar até a Serra da Madanela. Subiremos pola cara Norte,bordeando, até o coto do Marco. Desde aqui teremos umha vista quase cenital do Irijo, e estaremos a escassos metros do monte comunal onde a Junta e mais o presidente da câmara municipal deste concelho, Manuel Penedo, maquinam com instalar umha incineradora. Retornaremos através dos eólicos que dominam o monte, passando polo pico mais alto, o Pico Seco, que conta com 938 m. Desde aqui agarda-nos umha forte baixada e voltaremos cara a Freás subindo uns quilómetros depois de passar o rio Arenteiro a umha cota de 465m. Teremos nos conta-quilómetros por volta de 30 kms. Como resumo dizer que será umha rota de dureza alta. Para assistir será necessária umha bici bem de montanha, bem de passeio. Se alguém nom puidesse trazer bici pode consultar no telefone de contacto, pois pode que tenhamos algumha disponível. Telefone: 988280400 (Antom) de 9:00 a 13:00.
Sábado 22 de setembro
· 8h. Alvorada.
· 8:30h. Almorço.
· 9h. Roteiro pola serra da Martinhá (8 horas de duraçom aproximada com paradas. Dificultade baixa).
· 20h. Ceia.
· 21h. Jogos e foliada (trazer instrumentos e cancioneiro).
Domingo 23 de setembro
· 9h. Alvorada.
· 9:30h. Almorço.
· 10h. Reconhecimento de prantas.
· 12h. Charla “Vida e resistência no rural”
o Apresentaçom da plataforma contra a incineradora do Irixo.
o Representante dumha cooperativa agrária.
14h. Comida.
16h. Feche do acampamento de montanha 2012.
16h. Feche do acampamento de montanha 2012.
· Indicaçons de importância:
Cada quem que leve a sua louza (copos, pratos, talheres), tenda, saco-cama, roupa (também de abrigo e de chuva), lâmpadas e instrumentos musicais.
AMAL cobre todas as comidas do acampamento desde o sábado (nom as da sexta-feira). Os produtos som do pais com almorços abondosos e pam de cea.
O custe do acampamento que inclui comidas é de 20€ (para quem nom puider pagar será gratuito).
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X Acampamento de Verao
Como todos os últimos fins de semana do verao, reunimo-nos num par de jornadas de convívio, caminhadas, lezer e conversa, que servirá...
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Crónica da luita que a vecinhanza do Umia sostida contra a imposiçom do encoro de Caldas:
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Como todos os últimos fins de semana do verao, reunimo-nos num par de jornadas de convívio, caminhadas, lezer e conversa, que servirá...
























